segunda-feira, 19 de junho de 2017

Frases inocentes chocadas contra exibição e fofoca.




Eu contando para a Bia no carro (por que seu pai teve que operar a Hérnia e eles tiveram que vir para casa), que aqui no blog tem uma sessão de histórias sobre eles...

Ela chocada diz: Nossa Tia pensei que só a minha XX fosse fofoqueira...

Rssss

Eita...pelo jeito ela não curtiu eu contar as coisas dela por aqui não.

sábado, 17 de junho de 2017

19 - Dia 17/05/2017 - Um dia viajando - Finalmentes.

Dia 17/05/2017 - Quarta-feira 

E assim quando deu a hora que podia entrar na sala do nosso portão de embarque eu sentei lá e foi chegando um a um dos meus amigos perdidos, inclusive, as meninas do passeio de Maya Bay, que voltariam no mesmo vôo que nós.

Embarcamos ás 1h30 e o primeiro vôo para o Lome viemos só eu e a Dione nas poltronas, cansada consegui dar umas cochiladas. (Esse vôo levou 7h30).

No Lome, ficamos por cerca de 1 hora parados dentro da aeronave, para embarque e desembarque, limpeza e reabastecimento.

Do Lome até Addis Ababa são 5h35.

Foto by Marta




Desembarcamos da aeronave e ficamos 3 horas de conexão no Aeroporto de Addis Ababa. (comprem chocolate aqui, pois, é mais barato que no aeroporto de SP).

Foto by Marta.


Foto by Déa.

E finalmente de Addis Ababa até São Paulo são 9h10.

No último vôo você já não tem mais posição, já deu diversas cochiladas, comeu a comida horrorosa do vôo várias vezes, almoço, jantar, café...e eu comecei a ficar desesperada com a demora... Faltando 2 horas eu comecei a contar os segundos...rs.

Até que finalmente: Brasil nos voltamos!!! E o frio nos aguardava de braços abertos e canelas gelada...Kakaka!

Graças a Deus, nossas malas estão intactas e operantes. (confira sempre ainda na sala de desembarque e qualquer problema já reclame).

E a Marta dá seu último flagra certeiro no Sérgio que enchemos o saco dele devido a sua mala fora dos padrões...rs


Foto by Marta.


(A mulherada com várias malas, vários dilemas, e ele com 2 mochilas super compactas – Inveja).

Despedi-me de cada um com o coração cheio de gratidão pelo nosso encontro, já que eles tinham uma van os esperando para São José.

Encontrei com a Dione ainda no Free, onde trocamos nossas últimas palavras pessoalmente.

Encontrei também as meninas de Campinas...e depois segui para o desembarque.

Resolvi tomar um táxi até a oficina do meu pai, que me aguardava. 

E finalmente estou em casa novamente.

E para finalizar, quero, agradecer as pessoas que viajaram comigo.

Meus pais que me ajudam muito mais do que podem, financeiramente por meio de presentes e com apoio e amor. Sem eles nada na minha vida seria possível.

Meus primos Karla e Gilson, que foram um dos primeiros a saber dessa viagem e que vibraram muito de alegria por mim, por que como sempre o Gilson diz: Déa você é um milagre, você merece todas as alegrias, realizar todos os seus sonhos. Além da ajuda na suspensão dos meus pagamentos mensais a eles por motivo de relevância menor...rs.

A Rita pelos pousos em sua casa em São José, sua amizade, sua alegria por minhas conquistas e por ter me apresentado a Dione....rs.

Ao Dr. Renato, por sua generosidade, palavras e atitudes que fazem meus olhos se encherem de emoção e meu coração de gratidão. Não existe uma pessoa tão generosa em meu mundo como você Renato, á todas as pessoas que cruzam seu caminho, sem distinção. Você é peça rara nesse mundo e sou grata de tê-lo como amigo e de todo suporte que me dá, desde muito tempo atrás.

A Dra. Lúcia, minha médica e amiga que me acalma e me ajuda a ter segurança sobre minha baixa imunidade, me instruindo os cuidados que devo tomar em minha vida e nas minhas viagens. Obrigada por atender meus pedidos de emergências em CP/PR como em Bangkok/Asia...rs...e me dizer para ir para onde eu sonhar.

Meus familiares e amigos que se alegraram e viajaram literalmente comigo no grupo do WhatsApp e vibraram com cada aventura que vivi. Por todas as dicas, sorrisos, e felicidade que demostraram.

Á tia Sandy né? Sem ela nenhuma viagem seria possível, e agradeço a ela todos os dias, todos os segundos, os anos que me deu, as coisas que vivo. Não estar presa a diálise e poder ficar tantos dias fora só é possível por seu gesto de doação e a ele e a você toda a gratidão sempre. O quanto você fica feliz por mim, o quanto você vibra com minhas conquistas demostram o quanto você me ama e quer o meu bem, o quanto você quer que eu viva. Obrigada Tia, você é a pessoa mais generosa do meu mundo.
(e respondendo a sua pergunta: Quando é a próxima...rs....Assim que o dinheiro der Tia...assim que der)

E finalmente as pessoas que viajaram comigo literalmente, de corpo e alma. 

Viagens em grupo só dão certas quando a gente abre nossos corações, tem paciência e aceita cada um como é, respeita o outro e suas vontades, tolera e ignora, nossos e dos outros, pequenos deslizes, uma frase mais ríspida, as diferenças de personalidade e o jeito de ser de cada um. É preciso ter o coração aberto e cheio de perdão.

E esse grupo deu muito certo, não tenho uma lembrança que não seja de alegria, graças a Deus, nos demos muito bem, sem conflitos ou problemas, foi uma viagem perfeita com pessoas imperfeitas, mas flexíveis e aqui não estou falando da YOGA...rs

Vanusa além de psicóloga, lindaaaa, é extremamente generosa, divertida, me socorreu diversas vezes, me ouviu, ficou para trás comigo, sempre cuidadosa e gentil com minhas limitações, meu passado, minhas dificuldades, só tenho a agradecer Van por você ser essa mulher incrível que é. Confesso que no nosso grupo do Whats eu achava você tão brava, fiquei com medo de você na viagem, mas foi uma lição para mim de como não devemos tirar conclusões precipitadas, você não é nada do que imaginei ... e isso foi bom demais...rs. Você prefere focar na gentileza, na calma querida e suas frases para mim continuam ecoando e me fazendo refletir sobre o quanto devemos valorizar a nossa vida. Quando me disse: “Nossa, mas você cruzou pessoas incríveis na sua vida!”, você não diminuiu a minha dor, mas me fez perceber o quanto eu tenho para agradecer, e o quanto eu vinha, talvez, focando no outro lado, do sofrimento, e me esquecendo da gratidão, tem sido um trabalho de Hércules, mas uma jornada incrível. E sabe por que a minha vida é incrível? Por que, cruzo com pessoas incríveis, como você, pessoas que me fazem enxergar com doçura lados meus e da vida que eu agora estou pronta para ver. Você não poderia ter outra profissão, ajudar a curar o outro é muitas vezes curar a si mesmo. Obrigada.

Michele também é super generosa, atenta, rápida e me ajudou como interprete diversas vezes, não falo inglês, me viro, mesmo falando tudo errado, mas lá foi muito difícil para eu entender e ouvir o que diziam e ela me salvou diversas vezes. Também resolveu todos os problemas que por ventura cruzassem nossos caminhos, com rapidez e competência, como o transporte, as contratações, os caminhos, aonde ir, e o que fazer. Mi estava sempre atenta, paciente, disposta e presente para ajudar a todos e facilitar nossa viagem. Mi sem você essa viagem não teria sido tão perfeita, e sua ajuda a Vanusa no problema da mochila demonstra o quanto você é entregue a vida e a ajudar os outros e generosidade minha querida é a melhor característica de um ser humano. Obrigada por todo suporte que me deu, por todas as respostas e dúvidas que me ajudou a sanar, mesmo na volta da viagem. Obrigada.

Marta eu já fui com a cara logo na primeira vez que a vi, muito simpática, sabia que me daria bem, que faria comprinhas com ela, que trocaríamos “peruagem”, e não foi diferente...rs, outra mulher deslumbrante, divertida, de bem com a vida (mesmo que passe por algum problema), doce, também me salvou e se ofereceu para me ajudar diversas vezes com a língua, além de facilitar e resolver problemas que surgissem. Um bom gosto incrível, tudo que ela escolhia era o mais chic da banca...rs...mesmo que fosse na banca do mais barato. Fotografa rápida no gatilho, fez alguns flagras incríveis da viagem. Sem ela nós não teríamos tantas lembranças documentadas assim. Obrigada Marta por sua alegria, disposição, leveza e doçura com a vida, que me servem muito de exemplo, e por todos os vídeos e fotos que fez (que tanto amo).

Bruna foi à pessoa com quem mais conversei antes da viagem, troquei muitas dicas, ela foi a pessoa que mais viajou comigo antes da viagem e olha que ela chegou bem depois...rs... e também tinha certeza que me daria bem com ela. Tão jovem, tão linda, tão ligada a assuntos que eu na idade dela nem notava. Essa moça é super sensível, observadora, meiga, firme, com opiniões fortes e questionadoras, mas se deixou levar pelas minhas criancices, meus foras, e viu em mim a guia da viagem, mesmo que eu não fizesse ideia para onde estava indo, nem o que deveria fazer...rs. Obrigada Bru por ter me acompanhado em tudo, por sua meiguice e carinho comigo, por sua curiosidade aguçada pelo mundo e pelos outros seres. Pessoas como você irão mudar o mundo e eu estou aqui atenta para ver.

Dione já era minha amiga, já conheço suas diversas qualidades, seu jeito de ser, sua amizade para comigo, sua atenção as minhas limitações e problemas de saúde. Então Dio meu agradecimento á você é por ter me convidado, por ter enxergado em mim a pessoa que poderia embarcar com você no seu sonho. Obrigada por ver em mim a pessoa que combinaria com esse grupo do bem, agregadores, vegetarianos, com uma energia boa, que praticam yoga não só como exercício, mas como filosofia de vida. (Foi assim que ela me descreveu o grupo). Obrigada por sempre enxergar o melhor em mim, mesmo que eu tenha ainda muitas ilusões e defeitos. Obrigada também por me ouvir sempre com paciência imensa, sua melhor qualidade querida é ver o bem nas pessoas, é ver além delas mesmas. Serei imensamente grata pelo convite e por me incluir em algo tão especial para você que se tornou especial para mim também. Mais uma viagem juntas para conta, essa mais exótica ainda, que venham outras. Com certeza nos encontraremos para conversar e rir e falar do quanto a gente aprendeu uma com a outra, com o grupo, com a viagem. Obrigada por ser a única ariana com quem me dou bem...rs (faço sempre essa brincadeira com ela)... Obrigada por tudo.

Sérgio era nosso capitão, o único homem, o chefe dessa trupe. Mas como todo chefe (e homem...rs) que se preze soube dar espaço para a mulherada dominar...rs... Teve paciência com essas tagarelas,  ajudou a carregar malas gigantes e cada vez mais pesadas (mesmo que a mala dele fosse fora de padrão ou peru de natal...rs), com nossos consumos que ele podia até achar desnecessário, mas que em nenhum momento ele julgou serem fúteis (sábio!!!), por ir e vir conosco para onde queríamos com paciência e presença. Manteve a paz que já carrega em sua vida e sumiu diversos dias para fazer o que ele queria, sem que isso nos cheirasse a abandono (um pouco...rs). Ele não tem pressa, mas isso não significa que fica pra trás, é que ele já aprendeu a falar baixo, sorrir, respirar fundo, dominar o medo, ficar sem ar. Com ele eu conversei pouco, troquei pouco, mas absorvi muito. Obrigada por sua postura diante da vida, sem ser o dono da verdade, mas exemplo para quem tem olhos para observar. Obrigada.

Gaby, que é amiga do Sérgio, que presta serviços para a escola de Yoga, alunos, público em geral, e também segue a filosofia de lá, me ajudou em diversos assuntos. Foi ela quem me deu as primeiras informações, comprou a passagem para nós, me acalmou na questão da vacina da febre amarela, me indicou falar com a embaixada, nos ajudou a comprar as passagens internas, todos juntos, me emprestou o próprio computador quando o meu não funcionou, nós ajudou a fazer nosso roteiro, decidir quantos dias em cada lugar, pra aonde ir, o que fazer, sem nunca impor seu conhecimento, respeitando a vontade do grupo e de cada um. Foi ela que pesquisou e reservou os hotéis, o seguro saúde, e nos deu dicas, atenção, e esteve presente e disposta todo tempo para fazer com que essa viagem fosse uma experiência transformadora e linda para todos, como foi. Obrigada por sempre ter respondido minhas dúvidas, por ter me ajudado no que foi possível e por se colocar sempre como contato em caso de emergência (são gestos como esse que falam alto ao coração), pelos presentes fofos (o bloquinho e a identificação da mala), seu profissionalismo e atenção fazem com que eu fique mal acostumada e desejando ter ajuda em todas as minhas próximas viagens... e agora como faz? RS... Levarei suas diversas dicas de viagem para onde for. Obrigada.

Thiago, Ariane, Erika, Bruno, Valéria, Elise, M, Lady Boy, Titi, e tantos outros que não sei o nome, também sou grata a vocês por diversos motivos, mas principalmente, por terem compartilhado momentos comigo. Obrigada.

Vocês farão sempre parte do meu coração, das minhas lembranças, orações, dessa viagem, e carrego um pedaço de vocês comigo. Obrigada mesmo, do fundo do meu coração por ter conhecido e dividido esses momentos, esses lugares incríveis com pessoas tão incríveis como vocês são. Aprendi demais com vocês.

E agora posso dizer o que foi o mais legal da viagem?

Sem dúvida alguma o melhor de todas as viagens é quem eu me transformo quando volto, por que, quando volto já não sou a mesma de quando parti.

E quem eu sou hoje é uma construção, do meu passado, das experiências que vivi, das viagens que fiz, e mais ainda das pessoas que encontrei no caminho, pois só as pessoas com quem troquei sentimentos e vivências me fazem ser quem hoje eu sou, os lugares ajudam, mas as pessoas ahhh essas transformam. Gratidão.

Bom se você precisar da ajuda de uma super agente de viagens. Seja para pilotar toda sua viagem, para que você não tenha que se preocupar com nada (como fez um dos grupos), mesmo que seja para ela só fazer um roteiro personalizado, pesquisar e reservar os hotéis, comprar só as passagens (como fizemos nós), enfim, qual sejam as suas necessidades e perfil de viajante, saiba que você pode contar com a Gaby da "Curta a Vida Viagens", que eu recomendo muito, entre em contato com ela, divida seu sonho, e tenha certeza que terá uma parceira viajar contigo.


E assim chego ao fim do meu relato sobre essa viagem maravilhosa. Com gente que me ensinou tanto, com lugares lindos, e experiências que agora fazem parte da minha lembrança e coração.

Eu continuo aqui, em construção, sonhando com a próxima viagem.

Sei que escrevo demais, falo demais, sofro demais, sou visceral demais, detalhista demais, mas quer saber, eu sou assim (demais...rs), ainda, mas volte, quem sabe daqui um dia, uma semana, um mês, eu já tenha melhorado...rs..desculpe ter usado e repetido a palavra incrível...mas é que não encontrei outra melhor para descrever o que vivi e quem encontrei.

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sexta-feira, 16 de junho de 2017

18 Bangkok - Dia 16/05/2017 - Último dia em Bangkok - Um dia de últimas experiências.

Dias 16/05/2017 – Terça-feira.

Tomamos café no hotel, nos arrumamos e eu e a Dione, assim como a Marta e a Michele fizemos nosso check out, levamos nossas malas para o quarto da Bruna, já que eu e a Dione ficaríamos com ela até a noite, e a Michele e a Marta com o Sérgio e a Vanusa. (que pediram check late e pagaram por isso).

Assim feito, seguimos para o Shopping MBK (o mais barato de Bangkok) para tentar encontrar jogos de vídeo game que meu sobrinho queria de presente, já que falaram que os preços em Bangkok, devido a proximidade com a China, era semelhante ao dos EUA.

O hotel chamou um táxi para nós e tentamos ir em um táxi só, nos cinco...rs, mas o taxista disse que pela lei (Oi? Tem leis de trânsito em Bankok?) ele não poderia levar ninguém no banco da frente (ao lado do motorista).

Então fomos até a saída do hotel e conversamos com aquele mocinho que fica lá vendendo os passeios, lembra do nosso primeiro dia em Bangkok? Que nos vendeu o passeio ao mercado flutuante?

Ele nos ensina a voltar no hotel, pegar o carrinho do hotel (que parece um carro de golfe maior com uma lona de um lado (olha a proteção) e aberto do outro, sem cinto de segurança e esse podemos andar sem problemas...rs, ah que loucura), que leva os hóspedes gratuitamente de meia em meia hora até a estação do BTS (Metrô suspenso), mais próxima, que nos caso era a estação Krung Thon Buri e descermos na estação National Stadium, já que aquele horário íamos pegar muito trânsito e o shopping não é tão perto do hotel.
Foto by Marta

Chegamos à estação subimos a escadaria, vamos à bilheteria, damos o dinheiro, falamos onde vamos descer (importante tá?), e era na estação final a estação 42 (Baths 42).

A moça da bilheteria troca o dinheiro para nós e nos manda comprar o bilhete na maquininha de atendimento.

Lá você aperta a estação que você quer, aparece o valor no caso era Baths 42, e aparece o valor que você tem que colocar, daí você pega as moedinhas que ela trocou para você, e insere no lugar da moeda...assim que você coloca uma moeda de baths 10, mostra no visor que faltam baths 32, e assim vai, até você colocar o valor integral, zerar e o bilhete cair para você.

Quando você entra, coloca na catraca, ela te devolve e você embarca.
Foto by Déa.

Quando saí você tem que colocar novamente o bilhete para liberar a saída e aí a máquina engole o seu bilhete (acho que se você tentar descer numa estação seguinte, no nosso caso não dava, pois era a estação final, o bilhete é recusado, caso você não tenha pagado o suficiente, por isso não jogue fora o seu bilhete ele garante a sua saída e registra o valor pago, e a estação que você comprou para descer - Eu acho!!!).

A estação é praticamente dentro do shopping é só descer e entrar, lá tem várias lojas e também vários quiosques com tudo que você possa imaginar, de verdadeiro e falso, é gigante, mas só fomos em 2 ou 3 andares, e algumas lojas desses andares, pois, nosso tempo era curto.



O jogo para meu sobrinho tem o mesmo valor do Brasil, e deixo para comprar no Brasil onde posso parcelar...rs (preço americano uma ova, sem bem que nunca fui aos EUA, não sei o que é preço americano...rs).

As meninas estão cansadas e resolvem voltar para o hotel, mas eu e a Bruna, ainda temos dois lugares para ir, portanto, ficamos.

A Bruna quer comprar uma mala e o preço lá de malas de rodinhas são bem em conta e tem modelos lindos. Aproveite.

Bem o cartão da Bruna foi bloqueado, pois ela digitou a senha errada, e esse é um dos pesadelos que acontecem em viagens.

Recomendo e faço sempre isso, tirar Xerox dos cartões, inclusive dos telefones de emergência, é realmente necessário, como ficou comprovado aqui.

Fomos até uma lanchonete para ter sinal do wifi e ela poder pegar o telefone para onde deveria ligar, e encontramos com as meninas que estavam lanchando por lá.

Fiquei preocupada, pois ela ficaria mais um dia por lá e ficar sem um cartão de apoio, sozinha é complicado, mas tudo foi resolvido.

Comi nessa lanchonete um lanche (Baths 170) e a Bruna já tinha comido um crepe local num outro lugar.

Mala comprada, nós íamos a uma loja de cosméticos da marca Coreana Cathy Dolls que ficava lá perto,  Karmart (uma loja Pink, tem várias na cidade), mas como meu tempo estava correndo e precisava voltar ao hotel para tomar um banho, fechar a mala, jantar, nós fomos direto para o Unicorn Café.  (Endereço: 44/1 ซอย สาทร 8 สีลม Silom, Bang Rak, Bangkok 10500, Tailândia).

Fomos de táxi do shopping MBK. (150 baths o total – Baths 75 para cada).

O pedido da minha sobrinha era um pijama “kangurumi” (esses que são inteiros dos pés até a cabeça) de unicórnio e não podia deixar de atendê-la.


Chegando lá o pijama era baths 1200 e eu já não tinha essa quantia e eles não aceitavam cartão.

Então, fui até um caixa eletrônico e saquei do cartão de crédito... e essa é a pior coisa que você pode fazer, pois, além de taxas de saque no cartão você ainda paga IOF e depois diferença cambial...aff...mas como não tinha mais baths e nem dinheiro na conta, foi o que deu pra fazer, mas recomendo que você administre bem seus gastos na moeda local para não precisar fazer isso.

Em viagens a melhor coisa é pagar em moeda local.

Mas vou te contar, aqui na Tailândia poucos lugares aceitavam cartão de crédito, então, meu dinheiro quase deu até o final...quase!!!

Ficamos lá dando pinta, você pode vestir as diversas fantasias, pijamas, sei lá o que é isso...rs, que ficam disponíveis, pode tirar foto e nem precisa consumir, eles não fazem reserva, mas quando fomos tinha gente, mas não estava tão lotado, eles fecham ás segundas, confirme antes de ir, e tudo é arco-íris, brilhante e tem chifre, nos bolos, doces, bebidas, roupas, e enfeites da loja.

Tem várias coisas de unicórnio para se comprar, como pantufas, chaveiro, bicho de pelúcia, pijamas, etc.



Pedimos uma soda italiana que tinha nomes do tipo Mundo encantado, ou coisa parecida, e o meu tinha gosto de chiclete...rs, o da Bruna estava melhorzinho.

Compra realizada voltamos para a avenida, onde notamos que tinha uma estação bem perto de lá (Chong Nonsi) e lembramos que deveríamos estar longe do hotel, que o táxi podia ficar carinho, e que era melhor voltar de BTS.

Já descoladas, compramos para a estação que fica perto do nosso hotel o Ibis Riverside, era a estação 28 e por isso pagamos baths 28. E fizemos todo o processo descrito acima de como comprar o bilhete. 

Desembarcamos, descemos onde o carrinho do hotel nos deixou e comentei com a Bruna que podíamos esperar dar o horário (Acho que era tipo 16h05 e pela informação que tinha na recepção do hotel, ele passaria 16h30 – de 30 em 30 minutos) e pegar o carrinho de volta ao hotel. (mas ficamos na dúvida se ele viria, mesmo sem ter hospedes vindo do hotel para a estação?).

Mas comecei a me localizar e falei se a Bruna conseguia andar até uma esquina, e lá fomos, e quando chegamos lá, vimos que era bem perto do nosso hotel e mesmo ela estando com a mala (vazia) dava para irmos caminhando. (Menos de 10 min)

Chegamos ao hotel, e fomos para o quarto da Bruna, tomei banho, acabei de arrumar minha mala, dei uma descansadinha.



Eu a Dione descemos para jantar, o pessoal do outro quarto já estava lá em baixo (desde ás 18h00 quando fizeram o check out late do quarto deles), o Sérgio nos acompanhou no jantar.

E eles resolveram que como eu e a Dione ficamos no quarto da Bruna, não deveríamos fazer parte da caixinha para o pagamento do check out late do quarto deles...eita...

Comi minha segura salada Caesar e começou a me dar enjôo (baths 195), como tinha levado plasil, tomei, descemos nossas malas do quarto da Bruna, agradecemos a linda pelo pouso, e nos juntamos ao pessoal para esperar nossa van que viria ás 21h00.

Encontramos-nos com a Ariane e a amiga dela do outro grupo que chamou a Bruna para ir à Khaosan Road, já que a Bruna ficaria mais uma noite por lá.

Nós despedimos da Bruna e encontramos o Thiago, moço do outro grupo que iria no mesmo vôo que nós, pra quem demos carona em nossa van até o aeroporto. (Baths 215).

Chegamos ao aeroporto Suvarnabhumi (BKK) e o check in ainda estava fechado para nosso voo, mas a fila já era gigante e ficamos nela.



Entramos para a sala de embarque que é enorme e cheia de lojas de marcas famosas.


Salas do portão de embarque só abrem no horário indicado na sua passagem, e ficam no piso inferior, não tente descer antes do horário, por que, estará fechada para você, eu garanto...rs

Ficamos no piso superior, fomos no Free gastar nossos últimos baths, mas eu só tinha 200 o equivalente a R$ 20 e quase não tinha nada que eu pudesse comprar...rs.

Acabamos nos perdendo dos nossos amigos.

Comprei também uma água (Baths 65) e um M&M (Baths 35) na maquininha.

(Quando cheguei em casa ainda tinha uns Baths 40, mas foi só isso que sobrou pra mim)

Continuação.

Para ler o dia anterior, Clica aqui.


quinta-feira, 15 de junho de 2017

17 Ko Phi Phi/Pucket/Bangkok - Coloca o Pad Thai para fritar que eu estou voltando - Volta para Bangkok e visita ao Asiatique - A cara de Bangkok

Dia 15/05/2017 – Segunda-feira.

E a nossa segunda começou na correria da despedida de Ko Phi Phi.

Tomamos café no hotel, logo cedo, finalizamos nossas malas, descemos as danadas, desta vez via carrinho do hotel. (não disse que pra baixo todo santo ajuda)

Fizemos check out no hotel, minha conta aqui foi de Baths 80 (2 águas), por que, todos almoços e jantares nós já pagamos na hora.

E ficamos esperando nosso barquinho do hotel na recepção. (No nosso hotel ele é gratuito, mas como tudo é preciso de aviso e combinar horário)

Foto by Déa.

Tentei me preparar, mas confesso que de calça, molhar é certo. (Se bem que minha calça era fina e secou rapidinho)


O pessoal, mais esperto que eu, estavam de shorts, bermuda, vestido, façam como eles....rs

Fotos by Déa.

E na hora combinada nós partimos para o pier de Ko Phi Phi. (esse trajeto dura 5 minutos).

Foto by Déa.

Nosso ferry tinha que ser o das 9h00, pois, só esse horário dava tempo para chegarmos a tempo para nosso vôo. (esse trajeto dura 1 hora e já estava pago, pois, compramos assim que chegamos no aeroporto de Pucket, mas o Sérgio não tinha comprado e o fez na ilha mesmo).

O ferry foi partindo e essa maravilha de Ko Phi Phi foram ficando para trás, desci e acho que até dei uma cochiladinha.


Fotos by Déa.
As meninas passaram falando a viagem inteira que queriam encontrar um Italiano, qual não foi a nossa surpresa quando um homem se aproximou de duas delas e começou a conversar, quando elas perguntaram de onde ele era, ele disse: Italiano...

Morremos de rir, no último dia da viagem praticamente, o universo mandou o seguinte recado: Pede que atenderei! 

Por isso meu povo peçam com os mínimos detalhes tá? Pois o Italiano em questão não atendia a lista de exigências das moçoilas.

Bem ao chegar no píer, o Italiano passou em uma vespa e na garupa uma Tailandesa...rs...e nos deu "Ciao".

Essas meninas são exigentes, olha que a gente já teria uma casa para voltar. 
Para Pucket pelo menos...rs

Parecia filme da sessão da tarde, só que as meninas não encontraram mais ele...rs...mas de qualquer jeito foi um final feliz. (Para elas, para ele, só não para nós que queríamos um casa na praia..rs).

Ao chegar no píer contratamos uma van (7 pessoas – baths 200 cada) que nos levou até o aeroporto. (esse trajeto demora de 1h30 a 2h00 dependendo do trânsito)

Como estava perto da hora do almoço, comemos no aeroporto e esse tinha várias opções, eu comi no Burger King, que pasmem eu nunca tinha comido lá. 

Realmente essa viagem foram muitas primeiras vezes para diversas coisas...rs

Embarcamos...e voltamos para Bangkok.

Já descolados das regras pedimos que nossa van (Baths 195 cada) seguisse pela via pedagiada que é a mais rápida, no caso no valor já estava incluso ir por essa via.

No caminho combinando o que faríamos, eu disse para o pessoal que eu ia jantar no Asiatique, que eu queria muito conhecer, mas que ficassem a vontade para descansar, comer no hotel ou em outro lugar...

Por que, como já era tarde, nem dava tempo de tomar banho, se quisessem ir (?) (já era quase 19h00) era deixar a mala no quarto e ir...

E quase todo mundo topou, menos a Dione, que estava muito cansada e resolveu ficar no hotel, senti a falta dela, mas entendo-a não ter ido.

Era nossa última noite na cidade, e não podia ter tido uma despedida mais legal.

Asiatique é uma mistura de parque, com feira de artesanato, lojas, comidas, circo, roda gigante, brinquedos futurísticos e é a cara de Bangkok.

Foto by Déa.


Assim que chegamos, Marta me deu um abraço e com um olhar muito sincero e generoso e me disse algo assim: "Obrigada, sem você a gente não teria conhecido tantos lugares lindos como esse." 

Achei muito fofo o reconhecimento e a gratidão dela.

Vanusa também me disse várias vezes durante a viagem: "Sem você essa viagem não teria sido tão incrível..."

E Mi, Bruna e Dio disseram várias vezes: Essa sua planilha deve ter dado um trabalho danado...rs

Me senti elogiada, envergonhada, feliz, orgulhosa e grata que tenham visto essa característica minha como boa, por que, confesso que ficava preocupada toda vez que mandava minha planilha de pesquisas para eles, de se sentirem obrigados.

Tanto que falava: Gente é só um guia, dicas, não é um roteiro, uma imposição...rs

Por que tem gente que não gosta de pesquisar nada, tem gente que não tem tempo para isso (que acho era o caso do pessoal) e tem gente como eu que adora começar a viajar antes de embarcar.

Eu adoraria caso tivesse bastante tempo no lugar, vivenciar a cultura local, me misturar com as pessoas que vivem lá, deixar a viagem me levar, mas quando você viaja com os dias contados, saber pra aonde quer ir, faz muita diferença, na minha opinião.

Administrando claro as frustrações que vão surgindo no caminho, por que, no roteiro tudo é perto, funciona, mas no lugar acontecem muitas coisas que fogem do nosso controle e muitas coisas acabam não sendo feitas, lugares não são visitados, passeios não acontecem. E você tem que lidar com a frustração.

Mas acho que funcionou muito bem nosso grupo, cada um contribuindo de forma linda com suas melhores características, respeitando as vontades e desejos de cada um, mas mesmo assim ainda ficamos juntos e fizemos a maioria das coisas em grupo.

Fotos by Déa


Fomos direto perguntar quanto era a roda gigante e que horas fechava e a roda pára junto com o Asiatique ás 24h00.

Foto by Déa.

Mas como era quase o último dia na cidade, dinheiro em baths acabando, achamos a roda um pouco cara (baths 300 = R$ 30,00).
E todo mundo já pobre de baths recoou.

Mas eu confesso que eu me arrependi de não ter ido, pois, me lembrei que as vivências na viagem, valem muito mais do que compras e anotei mentalmente essa dica para uma próxima.

E também ir só, caso não tenha companhia, nas coisas que deseja, pois, dificilmente voltarei a Bangkok e se isso acontecer, quando será?

Dicas anotadas para uma próxima...Jantamos no Ngai Noodle e eu comi Pad Thai de novo...rs...aff....e chá. (Baths 305). (Ah esqueci de falar em todos os posts que lá não te dão faca...só garfo e colher, o que é difícil para comer algumas coisas tipo não enfiar um camarão gigante na boca de uma vez, mas sobrevivemos).



Fotos by Garçonete

Foto by Déa


Na saída do restaurante, a Marta pediu para o recepcionista dizer obrigada na língua e na forma como fazem os Tailandeses. (Video by Marta)

video


Demos uma volta por lá...que tem coisas lindíssimas, diferentes, mais caras, mas muito charmosas. 
E eu peguei carona nessa vespa e voltei para o Brasil... (mas viaja essa figura né?)



Tínhamos combinado nos encontrar na área dos táxis quando fechasse e assim fizemos.

Como eu queria comprar água, a Van, Sérgio e Marta seguiram em um táxi para o hotel e as meninas gentilmente ficaram comigo.

Fomos até o Seven Eleven em frente comprar água e quando saímos do Seven tinha uma barraca de panqueca que ameiiiiiii (coma muitas por mim se você for á Tailândia) eu e a Bruna dividimos uma (Baths 40 cada), e o mocinho era doido pelo Brasil. (notem a vespa laranja ali no cantinho)


Vários tuk-tuk nos ofereceram para nos levar, mas o táxi saia mais barato, então voltamos de táxi (Baths 30 cada).

Tive que tomar banho, acordei infelizmente a Dione, e dormimos para nos despedir de verdade de Bangkok no dia seguinte.

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