segunda-feira, 26 de julho de 2010

Eu quero mais.

Estou quietinha....resguardada...rezando muito...vários pensamentos que não gostam tentando invadir meu coração
Será um teste?
Uma pergunta, um grito, um chacoalhão:
O quanto você realmente mudou?
Momento de pensamentos, mas são vagarosos, não são elétricos como antes, apesar de confusa estou calma, e isso é sim uma mudança, pequena, mas diferente.
Em breve passa...
É como a música que gosto que tocou no sábado quando fugi de mim mesma:
"Confesso acordei achando tudo indiferente, verdade acabei sentindo cada dia igual, quem sabe isso passa sendo eu tão inconstante, quem sabe o amor tenha chegado ao final...
Não vou dizer que tudo é banalidade...
Ainda há surpresas...
Mas EU sempre quero mais!!!!
É mesmo exagero ou vaidade, eu não ME (te) dou sossego, eu não me deixo em paz.
Não vou pedir a porta aberta, é como olhar pra trás.
Não vou mentir tudo que eu falei eu sou capaz.
Eu não vou roubar o MEU tempo eu já roubei demais.
Sinto falta de um vão para me esconder.
Aos poucos fui ficando sem saída.
Perder vazio é empobrecer.
Não quero ser a dona da verdade (mas quero que respeitem as minhas verdades, mesmo que elas não sejam as de mais ninguém).
Eu tenho saudade (ás vezes de quem eu era, dos sonhos que tinha, da ilusão que não me engana mais).
Mas já é tarde.
Talvez eu passe um tempo longe da cidade.
Quem sabe eu volte cedo. (e fique onde estou, já que os pensamentos, as tristeza moram dentro de mim).
Ou não volte mais."
E que ando repetindo, escutando, deixando os sentimentos me tocarem o tempo que for necessário.
Eu preciso ficar só, preciso achar minha alegria de novo, ela é como a areia, escapa da minha mão muito facilmente.

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