quinta-feira, 16 de setembro de 2010

E que venha a neve - Último dia - 13/09/2010.

O último dia, é dia de ver a neve, se jogar na neve.
Pensei que fossemos logo pela manhã, mas Dr. Renato nos disse para almoçarmos com ele e irmos depois.
Fomos no Estádio Nacional do Chile que foi o palco de atrocidades na época do Pinochet...foi lá que vários oposicionistas morreram fuzilados.
Ele estava fechado, mas foi reaberto em quanto estávamos lá.
Entramos e nos expulsaram gentilmente...rsss....não podia entrar.
Mas antes tiramos algumas fotinhas.

Depois compramos na Nike e na Adidas que são muitoooooooo baratas, um tênis de R$ 400,00 custa R$ 120,00....se joga!
Almoçamos num lugar charmossimo, com uma comida deliciosa e doces de mandar a dieta para o espaço....amei!
Comi uma massa com ricota e molho de parmesão de dar saudades.

A foto dos doces é encenação, não consegui comer doce...ufa!


Depois fomos na escola onde Dr. Renato dá aula ver o nosso táxi, mas descobrimos que não poderíamos mais subir a Cordilheira, pois, há horários de subida e de descida, quase chorei, só não chorei por que sou adulta...rsss
Fiquei decepcionada de ir de tão longe para ver a neve, ficar três dias lá e não ter ido, na hora um baque, me controlei, depois fui me acalmando e sempre pensando que Deus tem seus motivos, ainda não era a hora de eu conhecer a neve, ou sempre me faço essa pergunta...rsss...deveríamos ter tomado outras escolhas?
Não tem como saber, nunca há, mas creio que se fosse para ir, com a vontade que eu estava, tudo teria dado certo e se não deu é por que não era para ser.
Talvez eu tenha que conhecer a neve de outro país, talvez eu tenha que ficar na vontade para voltar outra vez, talvez tenha que ser com meu futuro marido...rsss, talvez...talvez...
Carmelita, aluna do Dr. Renato que tinha se disposto a nos levar à neve, nos levou a uma passeio até La Parva, que fica bem, mas bem pertinho da neve, mas não pudemos seguir adiante por que era perigoso naquela hora (da descida), e sem correntes na roda subir.

Mas senti o cheiro da neve, vi de longe, e me encantei com o caminho tortuoso, sinuoso, deslumbrante.
As montanhas e suas casas suicidas me deixam sem fôlego.




De volta a Santiago quase morremos na contramão...rsss...nós que tínhamos medo das curvas de La Parva, entramos de frente com os carros de Santiago...foi pânico na hora e engraçado depois, quase fiz xixi nas calças.
Fomos acompanhar a Mirtes, amiga dentista do Dr. Renato, que só trabalhou na comprinhas de última hora e depois jantamos no mesmo prédio do Giratório, no quinto andar, muito gostosa a comida pena que comi tanto que nem aprovetei.


E amanhã acordaremos às 4 da manhã, então....Boa Noite Santiago, durma em paz.

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