segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Frases inocentes cheias de sagacidade.

Maria e João conversam entre eles na van, no colchão atrás dos bancos, a caminho de Bandeirantes, dia 23 de outrubro de 2011...um dia especialmente pé vermeio para mim! Eles não sabem que estamos prestando atenção nas brincadeiras deles, quando:

Você quer ser burra? Você tem que ir para escola!

Eu não preciso João...eu já sou inteligente, eu sei que dois mais dois É quatro!

(nós rimos, mas não sabemos se ela se enganou ou enganou a todos nós com sua sagaz inteligência ..rss).

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Eu volto logo...

Eu estou fazendo as malas para CP/PR, de última hora.
Faz tempo que tenho repetido, quase como uma prece que eu queria ia pra lá, passar uma semana, tomar sol, ficar por lá sem dia para voltar....
Esse universo conspira!!!
Tenho que comprar a janela, o aparelho, coisas caras para mim, que tomam meses dos meus recebimentos, mas estão precisando de mim lá, e minha prioridade é estar presente, ser amiga, ombro, ouvido e amor para com aqueles que sempre estiveram presentes fisicamente e espiritualmente quando eu mais precisei.
Dinheiro a gente remaneja, já momentos são passageiros.
Eu vou e volto, provavelmente o blog ficará aqui, mas comigo lá, nem dá...
A gente se comunica em breve!
Já fico com saudade da nossa deliciosa prosa.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Feliz.

Hoje eu estou assim:
Feliz!
Logo cedo fui buscar minha medicação contra rejeição do transplante, no hospital do Rim e o segurança que dá as senhas me disse:
- Tá bonitona, animada hoje, que aconteceu?
E eu respondi:
- É que eu estou viva!
Até eu me surpreendi com a resposta..rss, mas a verdade é isso aí, eram 7 da manhã, eu não escuto direito a moça chamar pela caixinha de som, sempre fico em dúvida se é para eu ir, tenho minhas perdas, minhas dificuldades, mas eu sou feliz por esta viva.
Viva!
Depois busquei minha medicação, comprei pão de queijo no Mercado Pastorinho, e logo ao entrar lá meu coração vibrou, eu amo supermercado, vai entender, antes eu odiava por conta do ritmo que a minha vida tinha, eu não tinha tempo de vagar pelas gôndolas, descobrir novos sabores.
E que se dane, comprei coxinha, alguns pães recheados, e descobri que o Pastorinho tem um chocolate que comprei em Santiago no Chile, e de laranja, que é o nosso preferido aqui de casa.
Felicidade pura e simples!
Depois fui para o ICRIM, me doei, dei conta, fiz minha parte, a arrumação que comecei há dois meses atrás está em seu final, ficou ótimo, prático, podemos caminhar por lá agora.
Tá tudo!
Identificado!
Meu amigo Domingos me ligou e pediu para eu comprar 12 vouchers para a Pizza do Bem, eu expliquei que isso significa 12 pizzas se não era muito para a quantidade de pessoas que irão?
E sabe qual foi a resposta:
- O importante é contribuir Déa, mandei todo mundo fazer o bem.
Orgulho de ser amiga de gente assim, que quer participar.
Meu amigo palhaço e incrivelmente único.
Faz bem!
Depois fui na minha médica e ela está doida para ver minha mãe transplantada, contei para ela que a médica da minha mãe pega no pé dela e falei que ela, a minha médica era light comigo.
Ela me olhou com a cara mais amiga e disse:
_ É que você estava tão judiada, tão miudinha, que a gente fica feliz de ter ver assim, mesmo um pouco acima do peso.
(depois ela mandou eu voltar para academia, mas em cobranças..rss).
Fui para casa pensando, eu não tenho uma médica eu tenho uma amiga, alguém que me quer bem, que divide comigo cremes para o cabelo, dicas, e leite condensado.
Minha consulta é em janeiro, mas falei para ela que passo lá no natal para deixar o brigadeiro da Tetê.
Ela finalizou: Malvada..rss
É tem dias assim que a gente é feliz por estar viva.

domingo, 16 de outubro de 2011

Me dê sua mão que eu te puxo

E de repente a gente se vê atolado na lama, encharcado até os pés de dúvidas, traições, descompassos.
O que fazer?
Para onde ir?
A quem ouvir?
Nesses momentos em que parecemos esfalecer, a gente nem respira, e por mais preparados que estejamos a gente não lembra que tudo passa, como tanta outras tempestades passaram, o que a gente lembra a todo momento é dessa sensação que nos faz perder a respiração e querer que tudo acabe neste segundo.
O difícil é quando temos que atravessar tudo isso sozinhas, e não se engane sempre estamos só, por mais cercado que estejamos.
Um ombro amigo faz a diferença, mas as vezes nos deixa mais confuso, mais magoado, mas triste.
E a sabedoria me fez compreender que por mais ajuda que eu receba, mesmo que alguém me estenda a mão cabe a mim decidir querer ser puxada.
Poucos tem o dom de dizer a coisa certa, de tirar esse peso dos nossos ombros e quando o faz, muitas vezes é por meio daquilo que disse sem imaginar, vindo não da cabeça, mas do coração.
Palavras assim soltas, simples, mas certeiras, que ressoam e acalmam o mais atormentados dos corações.
Que eu saiba cada vez, meus Deus querido, ser portadora do silêncio que acalanta, das palavras que consolam, do ouvido que entende.
Que minha boca seja na medida proporcional dos meus dois ouvidos.
E que meu coração esteja puro das mais sinceras verdades.
Que eu seja instrumento da sua bondade, humildade, sabedoria e fé.
E que aquela que precisa de mim seja tocada pelo meu amor, aquele que chamo de verdadeiro.
E que todos nós aqui na terra aprendamos um dia a sermos sinceros, já que ainda não somos perfeitos.

sábado, 15 de outubro de 2011

Distribuição do livrinho: "Aprendendo a Viver".

Distribui o livrinho na espera da visita, inclusive da UTI no Hospital Dante.
Agora tenho poucos exemplares que serão finalizados na espera da UTI do Hospital Alvorada, onde tudo começou e onde a distribuição terminará.
Se você, que é meu amigo, conhecido, amigo do amigo, ainda não tiver um exemplar e quiser, essa é hora, estamos no fim das mil unidades..rss
As fotos são sempre péssimas, fico com vergonha e tiro meio de esgueio..rs

Fragmentos de amor


oie!!!!!
Nem sei por onde começar...terminei o seu livro e simplesmente achei incrível!!!!! Chorei, sorri...
Eu já sabia da sua história, mas por alto...depois de ler seu livro... Meu Deus!!! Quanta coisa em tão pouco tempo...vc é TOTALMENTE admirável, pela sua garra, pelo seu crescimento interior!!!!
Obrigada por ter lembrado de mim e ter me mandado o livro!! AMEI!!!!
Amei te conhecer..são pessoas como vc que vale a pena conhecer nesta vida!!!!!
Bjs e saudades!!!! e a carona não foi nada..qd quiser é só pedir!!!!rsrsrsrsrs

Hoje estragou meu carro por isso eu tive que sair de casa muito cedo para dar aula de busão... depois tive que ir do outro lado da cidade... de busão... Eu andando pelas ruas de Ctba, lendo um certo livro que estava guardadinho ali na estante à espera de um momento.... E li ele todinho!!! Me emocionei, chorei, e me admirei com a forma... como as palavras foram expostas... Entrei na história e ainda assim, tenho certeza que não consigo nem de longe imaginar por tudo o q passou... Admiro você por conseguir ainda colocar tudo isso no papel... e tenho certeza q é realmente outra pessoa...mas o principal de tudo, é colocar sempre tudo nas mãos de Deus e confiar sempre n'Ele, pois não conseguimos entender que estamos aqui apenas de passagem e somente Ele sabe o motivo de tudo que passamos na vida... Parabéns!!! Deus abençõe vc e permita a todos terem essa mesma compreensão. Beijo priminha. Fique com Ele.


 oi Andrea!!! As meninas me falaram que vc me mandou o seu livro!!! A CLaudia não me entregou ainda, mas to super ansiosa pra ler!!!! Muito obrigada!!! Antes mesmo de ler ja posso dizer que vc é uma guerreira!!! Bjosss

R....ESTOU ADORANDO O LIVRO DA SUA AMIGA...TODA NOITE TEM LÁGRIMAS...BJUS

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Eu vejo o natal chegando

Se o natal já está aí, pelo menos na propaganda do M&Ms, aquela que o papai noel desmaia quando vê os M&Ms...que adoro:
- Papai Noel?
Morro de rir...sempre...sou retardada mesmo.
Se eles já estão no Natal...eu também...preparando video/cartão para meus amigos...
Tá tão fofo, será que vou aguentar esperar até lá?
Mas está aí né?
Diz que sim...
Em quanto eu crio, revivendo os momentos de 2011 que ainda não acabou...eu e meus amigos ainda vamos vivendo dias incríveis que são o pano de fundo para a minha criação
Vamos nos ver queridos, e fotografar muito, e viver muito mais.


- 2012? É você 2012?

O que vem de baixo não me atinge...

Já o que vem de cima....oh Deus!
 

A cor dos olhos seus.

Eu adoro o Marcelo Rosenbaum e soube pelo blog Casa de Firulas, que tanto amo, que a coleção das Pernambucas é dele, inaurgurada dia 12 de outubro..

Eu preciso de um tapete para o piso novo aqui de casa não ser mal tratado pelas cadeiras...será que o Marcelo pensou nisso?
Com certeza sim...
Cores vibrantes e tudo para casa criado por ele...
Eu vou conferir e você?

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Meus dias de feliz criança

Eu tenho saudade:
Dos dias de bicicleta (sem cestinha mas com saco plástico..rss) onde carregavamos nossa garrafinha de água e andavamos pelas ruas em cômboio, é engraçado não me lembro de ter carros, buzinas, e atropelamentos, só lembro do chorão que ficava em nosso caminho e que sentavamos de baixo dele para descansar.
Do geladinho de abacaxi e de coco da mãe da Celina.
Das guerras de balde de água.
Das disputas de carrinho de rolemã.
Da Clau, Dani e eu costurando roupas para as barbies e das nossas brincadeiras, da nossa criatividade ao criar roupas, móveis, no nosso mundo encantado e reciclado (Os namorados eram escova de cabelo..rsss).
Do sorveteiro e sua buzinha e do seu delícioso sorvete de coco queimado, comprado pelo Vô João, Vôzinho da Cláu, minha amiga desde que nasci.
Dos assaltos ao baleiro de rodar do Sr.Augusto e da caderneta de doces onde a gente anotava o fiado, doce de leite, paçoca...
Do catecismo, de ser acordada todo dia por algum coleguinha já que era preguiçosa desde aquela época.
Dos mergulhos na laje da Cláu, com alguns centimetros de água.
Do correria que era brincar que a loira do banheiro (eu) estava no Hall da casa da tia que nos ensinava a fazer tricô.
Do parquinho atrás da MTV, que existe até hoje (embora esteja em reforma) que era mágico e lúdico.
Das casas imaginárias que tive em cima de várias árvores na Cidade Universitaria, além do nosso transporte para descer morros feito de papelão.
Do feijãozinho que a Dna Madalena comprava na feira para mim.
E da balinha que parecia remédio.
Das idas e vindas na casa da Mãe Teresa, empuerados no fusca onde cabia quem quisesse entrar
Das idas no jogo do Palmeiras, à pé, no cangote do meu pai, com meu irmão ao lado vestido de verde.
Das buscas pelos ovos de páscoa, presente de natal.
Dos biscoitos da Karla e dos doces que a mãe dela trazia da confeitaria em que trabalhava.
Do Sr. Lúcio e da Tia Luzia que quando passavamos mal na escola mandava a gente andar na quadra (sempre era gases..rss).
Das brincadeiras de casinha com a Ká, na escada da Dna Maria, dos milhões de roupinhas de boneca que ela me dava e depois pegava de volta.
Dos roubos aos biscoitos da Dna Maria que era cega.
Do meu primeiro dia no prezinho, do meu primeiro namoradinho que me deu o primeiro pedaço de bolo, da minha sandália vermelha comprado no Dick na hora da festa, do Tio Fernando da perua, do dia que caí na chuva pisando na capa de chuva onde cabiam 2 de mim.
Do meu primeiro palavrão.
Do intervalo dos "adultos" onde eu ia comprar refrigerante para a professora e voltada dando bicadinhas nele, morrendo de medo que ela descobrisse.
Do meu avental, e do cheiro delicioso da minha lancheira que perdi o copo da garrafa de suco no dia que meu pai esqueceu a hora de me buscar e fiquei chorando abandonada, pensando que nunca mais voltaria para casa, e quando eu o vi, e soube que estava salva, ele me pegou no colo e atravessamos a rua mais comprimda da minha vida entres os carros, eu chorando de soluçar.
Das milhões de vezes que experimentei o vestido de noiva das minhas tias, arrastando suas saias gigantes e morrendo de medo da minha mãe me pegar.
Da dança de final de ano no prezinho vestida de papai noel de crepom e da dança junina em que o menino não queria dançar comigo e eu ia para um lado ele para outro, só para contrariar.
Das tardes de pipoca, leite com coco, pão com chocolate feito de nescau, água e manteiga, leite com banana e da gemada da Vó Jesuina (Vó da Flavinha).
Das vezes que esqueci de buscar a Flavinha na escola e que devolvi o dinheiro para minha Tia (não aceitando devolução).
Do dia que roubei a manteiga de cacau da Lidia e minha mãe me pôs de castigo de joelho pedindo perdão para Deus e me fez ir pessoalmente devolver.
Das milhões de vezes que meu irmão quis me matar, de mãos em punho, cara de terrorista, mas tudo ficava na ameaça.
Das surras que ele levava no meu lugar.
Do atari, e eu, Ká e Ri, jogando pac man.
Da primeira vez que fomos no MC, uma acontecimento.
Das viagens para Cornélio em cima do motor da Variant, todos nós, amontoadas e felizes, contando placas e descobrindo nuvéns que eram anjos, cães, o que a nossa imaginação descobrisse.
De quando a gente chegava, o vento e seu assobio, e depois na despedida, meu avô Zico, minha avó Anita, e minhas tias Janete e Janira acenando até que o carro fizesse a curva, todos nós chorando de saudades.
Da árvore de araçá na porta da casa da minha avó, que sempre tinha um para eu comer.
Dos doces comprados escondidos pelo meu avó antes do almoço.
Dos chá, piqueniques e diversão no porão da casa de madeira dos meus avós.
Das noites e dias na casa de madeira, com o vento e o frio, e acolchoados feitos pela minha avó, que quando eramos cobertos não levantavamos mais, devido ao peso.
Das vezes que alimentamos porquinhos da Vó Ana (Vò da Dessa e da Rê).
Dos banhos de caixa d´agua na casa da Tia Cleuza.
Das bricadeiras de queimada na casa da Dê no Vitória Régia, dos sorvetes como vaca amarela, vaca preta, vaca cor de rosa..que tomavamos.
Dos dias e mais dias no Country Club, comendo todas as frituras existentes na fase da terra, e mergulhando na piscina com a barriga cheia, sem medo de ser feliz.
Das brincadeiras na laje da Vò Cida aqui em SP, e na casa da Tia Teresa onde eramos princesas, rainhas, moças e lindas, arrastando lençóis, usando sapatos de salto da Tatinha e morando na perua do Tio Divino.
Do dia que estavamos subindo o morro de onde eu hoje moro e um carro passou gritou:
Suas galinhas!
E a Fla que era pequeninha começou a rir e nos perguntamos se ela sabia o que eles tinham gritado e ela disse, eu sei, seu sei, toda indignada por acharmos que ela não sabia.
Eles gritaram:
Suas gatinhas.
E rimos mais ainda...
Das minhas primas do Paraná no Landal do meu primo Cesar que nos levou no ZOO e depois para tomar sorvete no Eldorado, todos nós pedimos banana split, sundae e a Ana, minha prima, pediu sorvete de limão.
Quando chegou sua taça de sorvete de limão, ela começou a chorar.
Chorar de soluçar.
Ela tinha medo da taça, ela só queria o sorvete de limão de palitinho.
Do natal na casa da Mãe Teresa, com todos os primos e meu Tio que não era alcoolatra ainda, de papai noel numa carroça entregando os brinquedos.
Das festas juninas aqui na vila em que todos participavam, era pipoca, doces, comunitário e feliz.
Do bar da minha tia onde a gente podia comer o que quisesse, cebola temperada e caculinha de limão.
Da foto que todos nós tiramos no burrinho pintado de zebra.
Das guerras de travesseiro.
Das compras no Makro para o bar e para nós.
Da obrigação de tomar leite quando dormiamos na casa da Mãe Teresa.
Da carne de porco da minha avó Anita.
Da perna da minha avó Cida, do seu cabelo pretinho, liso e sempre preso.
Da primeira vez que a Tia Sandra fez touca no meu cabelo e ele ficou lisinho.
Do Cristo, sentados na mureta, como verde mais verde que já vi na vida e nas mãos picolé, ou pipoca com o molho especial feito pelo tio da barraquinha.
Das roupas feitas pela minha avó Cida para os eventos que eramos convidadas, saias florida, bolsas tipo saco, camisa branca.
Dos sorvetes na Pinguim
Aí tanta coisa boa, tanto amor, tanta alegria.
E de tristeza, só o dia que cheguei da escola e ao invês de subir para casa, resolvi visitar minha amiga da perua que me disse que quando o Tio Fernando me deixava ele andava na mesma rua um pouquinho e deixava ela, e eu andei a mais longa jornada da minha vida.
Lá esqueci das horas, brincando, quando Sr. Abel, dono da casa que eu morava, bateu de porta em porta perguntando por mim, eu me escondi, e mandei a minha amiguinha dizer que não estava, por que, eu queria continuar brincando, só que algo na cara frustrada do Sr. Abel no último momento, quando ele já estava indo embora fez com que eu saisse do meu esconderijo, lembro do seu rosto de alivio ao me ver, depois lembro que ele nem esperou a mãe da minha amiguinha abrir o portão e me puxou por cima do portão mesmo, me pegou no colo, e no caminho fui ficando assutada com os carros da polícia (o Tio Jaime, pai da Cláu), e váriaas pessoas conhecidas chorando, falando comigo, só percebi o tamanho da encrenca que me meti quando vi minha mãe aos prantos correndo para me pegar quase desmaiando.
Tristeza foi o dia, que eu fiz a minha priminha apagar e reescrever sua lição da escola, várias vezes, e quanto mais ela chorava, mais eu me enjuriava e apagava o que estava errado, bom o fim disso foi ela no hospital com falta de ar, até hoje quando lembro disso meus olhos enchem de lágrimas de como eu era ou sou exigente, casca grossa.
Tristeza no dia que meu Tio Jaime faleceu e que eu perguntei para meu pai se ele não podia soltar o Tiquinho nosso passarinho (foi o único passarinho que tivesmo e quando ele morreu anos depois eu fiquei muito triste de ter um pássaro preso numa gaiola, hoje Deus nos livre dessa tristeza) para ir ficar com meu Tio, já que ele estava no céu.
Tristeza do dia que meu pai vendeu nosso corcel azul que quase fiz o novo dono desistir da compra de tanto que eu chorava (e meu pai quase louco por perder o negócio).
Tristeza no dia que meu Avò Zico morreu e que chegamos cedinho e vi de longe a casa de madeira da minha avó, e estava tudo fechado e eu disse que era mentira, que ele estava vivo, e a minha assombração com a quantidade de gente caminhando até o cemitério, num cortejo que não tinha fim.
Tristeza por que o meu pai não veio para cortar o meu bolo de aniversário lá em Cornélio, de tarde.
Tristeza do dia que esses homens que vendem bicho de pelúcia quase me fez sentar em seu colo me oferecendo bichos de pelúcia de graça (acho que é por isso que até hoje eu não sou fã de bichos de pelúcia). e a Dna Madalena passou bem na hora e me mandou ir para casa naquele instante. ( o instante certeiro).
Tristeza por não ter tido minha mãe que sempre trabalhou em casa para me vestir para ir para escola, para me dar comida, para fazer bolo, pipoca e lanches da tarde, mas tanta tristeza que um dia meu pai me pegou no chão ajoelhada falando com Deus:
_Querido Deus, por favor, traga minha mamãe pra casa, pra ficar comigo, eu não quero mais que ela trabalhe!
Tristeza do dia que a inocência acabou!
Mas felicidade tamanha por ter todas essas lembranças e tantas outras que não caberiam aqui, felicidade até mesmo pelas tristezas que fazem a gente ser forte, doce, inocente, CRIANÇA.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

O teatro que é mágico.

Gente,
Foi bacana ouvir o show..rss, confesso, eu não vi nadinha do que aconteceu no palco...infelizmente os telões não funcionaram durante o show e fiquei só ouvindo, um pouco frustrante não ver nada, ainda mais para uma pessoa que não escuta tão bem como eu e precisa ver para juntar as coisas.
Mas valeu!
A companhia da Aninha, camarada de velhos tempos trouxe cumplicidade nas letras.
Confesso que nunca mais sentirei as emoções do primeiro show do TM, da nossa entrega, do entrar na brincadeira, do pular, cantar, do estar presente.
Eu fiz a minha parte e aqui dentro de mim valeu o que senti!
Quanto ao Teatro ele continua mágico, adoro o desprendimento, a poesia, o se entregar sem medo do rídiculo, brincar, estar presente, sem medo do absurdo, do esquisito (afinal o que é estranho para uns é beleza para outros).
Achei ótimo o Fernando chorando com a emoção de estar ali, num espaço destinado à cantores de sucesso, mas não sei, achei o discurso meio batido, a mim não ressoou, talvez por que eu só tenha ouvido e não tenha visto..rss. Ou por que eu já acho eles um grupo de sucesso, de uma forma diferente, mas de sucesso sem discussão, basta ver o CityBank Hall lotado e uma nova data marcada para dia 30/10/2011.
Sim é maravilhoso onde eles chegaram, maravilhoso distribuirem as músicas de forma gratuita, mas é isso que fez eles chegarem ali, é isso que faz eles serem diferentes e isso não precisa ser dito, basta ser sentido.
Saca aquele ditado que quem é bom não precisa divulgar!
É isso!
TM é bom pra caramba.
E eu amo o Danilo (compositor que fez as minhas músicas prediletas..rss)
E eu amo o Toucinho. (que se jogou na platéia no final do show..rss)
E eu amo o TM.

domingo, 9 de outubro de 2011

Frases inocentes inesperadas musicais.

Ontem com Bibi no sofá, conversando, ela me falando do Justin, de que eu deveria levá-la no show...
Aí eu pergunto:
_Como é que o Justin canta? (esperando que ela começasse a cantar: Baby...baby...baby...).
Ela olha de esgueio, com a carinha fofa e diz:
_ Divinamente!
kakakakakaka.
Fã é fã e temos dito.

sábado, 8 de outubro de 2011

O teatro que é mágico.

Amanhã camarad´agua tem show do Teatro Mágico em Sâo Paulo, no City Hall e eu, Aninha, Rick e Jú iremos...
Vamos ver as surpresas que o TM nos reserva, eu fui no primeiro, no segundo e agora irei no terceiro CD, é sempre mágico, delicioso, pular, cantar, curtir músicas que amo tanto.
Sentirei falta das camaradas Dani e Rita que nos abandonaram desta vez.
Mas uma nova camarada Jú talvez se encante como nós nos encantamos..veremos!
Meu nariz tá separado!
Minha empolgação também!
As letras na ponta da língua!
E meu desejo é diversão!

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Frases inocentes verdadeiras.

Fui visitar meu novo sobrinho (de coração) filho da Alê e do Orlando.

É um fofo, claro, cheiroso, e cuti cuti.

Catarina, a filha mais velha (rsss) dos meus amigos, está clicando tudo com sua máquina fotográfica.

A amiga da Alê seguro o Danilo no colo, Cacá saca sua máquina fotográfica...a amiga da Alê solta:

_ Vai tirar uma foto nossa?

Cacá responde:

_ Não do Danilo...

(olho a foto na máquina e só tem ele mesmo, flutuando no vazio..rsss)

Frases interessantes sobre Deus e fé.

1 -
'Deus não escolhe pessoas capacitadas, Ele capacita os escolhidos.'
 
2 -
'Um com Deus é maioria.'
 
3 -
'Devemos orar sempre, não até Deus nos ouvir, mas até que possamos ouvir a Deus.'
 
4-
'Nada está fora do alcance da oração, exceto o que está fora da vontade de Deus.'
 
5-
'O mais importante não é encontrar a pessoa certa, e sim ser a pessoa certa.'
 
6 -
'Moisés gastou: 40 anos pensando que era alguém; 40 anos aprendendo que não era ninguém e 40 anos descobrindo o que Deus pode fazer com um NINGUÉM.'
 
7 -
'A fé ri das impossibilidades.'
8 -
'Não confunda a vontade de DEUS, com a permissão de DEUS.
 
9 -
'Não diga a DEUS que você tem um grande problema. Mas diga ao problema que você tem um grande DEUS.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Unhas feitas sem alicates.

Gente,


Tudo bem por aí, um amigo comentou sobre um possível problema no meu blog...aí meus sais, quando entro aqui parece que está tudo normal, passei anti-virus e estou de olhos abertos, qualquer coisa me avisem, por favor.
Tenho visto alertas em vários blogs e todos tem dito que não tem problema, nem virus que é um stress do blogger...mas...
Eu quero dividir com vocês um produtinho que está na minha lista de desejos e que provarei em breve.
Eu tenho a cúticula mega fina, não consigo fazer as unhas todas as semanas, pois, se faço, é bifes e mais bifes que saem de minhas lindas mãozinhas.
Ás vezes fico sem fazer.
Ás vezes eu só pinto (embora ás manicures não curtam isso..rss).
Mas a verdade é que difilcimente alguém tire minhas cuticulas sem me beliscar...aiiiiii!
Outra coisa é que tenho pavor de pegar alguma doença, sério, sou meio neorotica com isso, depois do transplante então, com baixa imunidade e todos os cuidados que os médicos mandam eu tomar...eu carrego minha necessare de produtos de manicure, inclusive alicate, mas também é outro drama, nem todas gostam de fazer com alicate alheio.
Mais um item a favor do produtinho mega recomendado, o preço não é muito convidativo, mas disseram que dura muito.
Assim que experimentar eu aviso vocês, mas se quiserem estreiar antes de mim...voilá:
Tem em algumas fármacias brasileiras e o preço é em torno de R$ 58,00.
Modo de usar: Aplique o líquido nas cutículas e deixe agir por 30 segundos.
Com uma espátula empurre e elas sairão sem que seja necessário recorrer ao  alicate, unha pintada, sem cortes, perigo e contaminações...
Para não prejudicar o crescimento dessa pele, passe apenas uma vez por semana.
Me contem tá!

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Para pensar

Moisés, Jesus e um velhinho jogavam golfe.

Moisés colocou a bola no pino e deu a primeira tacada; a bola caiu num lago.
Moisés chegou à beira do lago e, levantando o taco, as águas se abriram. Ele entrou, deu a segunda tacada e a bola foi diretamente para o buraco.

Na vez de Jesus jogar, a bola também foi parar no lago, mas caiu sobre a folha de uma vitória-régia. Então, Jesus caminhou sobre as águas, foi até a planta e deu a segunda tacada, mandando a bola para o buraco.

Aí foi a vez do velhinho.
Ele, todo trêmulo, preparou-se para dar a tacada inicial. A bola voou para fora do clube e começou a cair na direção de um riacho. Nesse instante, um sapo a engoliu. 
Pouco depois, uma cobra engoliu o sapo e foi agarrada por um gavião; a ave apertou demais a cobra que regurgitou o sapo ao sobrevoar o campo de golfe; ao cair, o sapo bateu com o peito no chão e cuspiu a bola diretamente para o buraco.

Ao acompanhar toda aquela cena, Moisés olha para Jesus e diz:

- Cara, é muito chato jogar golfe com o teu Pai...


"Quando as coisas não acontecem
do jeito que a gente quer, é porque vão acontecer melhor do que a gente pensa."

domingo, 2 de outubro de 2011