sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Sinta-se como em sua casa.


Dia 18/02/2012 - Sábado - Sabado.

Pela manhã tínhamos agendado o nosso  “City Tour”.
Em quanto esperávamos a van, eu, Lidia e Rita, minhas amigas mais próximas da viagem, saímos nos arredores do Hotel para dar uma volta.
Fomos até o Obelisco e ficamos ao longe curtindo sua magnitude.


Seguimos na van, tirando fotos de tudo no caminho e em quanto uns miram para um lado, outros miram para outro.

Confesso que imaginei que fosse só um passeio de Van, sem paradas, mas como todo City Tour que se preze, houve parada, a primeira delas foi à Casa Rosada.
A residência da presidente Cristina e o orgulho dos Argentinos, Plaza de Mayo onde as mães de Mayo choram por seus filhos perdidos e onde seu povo extremamente patriota faz suas reivindicações e colocam a boca no trombone e onde eu invento palhaçadas.


E invado as fotos alheias:

E não satisfeita, convoco mais caras de pau...rss


Ainda bem que a Lindoca não é Cristina.

E voltamos a ficar sérios:



Nossa próxima parada foi nas redondezas do estádio do Boca, um bairro histórico e mal visto por todos, onde muitos vêem perigo. (não comprei nada, por que, futebol não é um dos assuntos de meu interesse).

Bem próximo do Estádio o “Caminito”, casas coloridas construídas com o resto de barcos, transformado na residência daqueles que trabalham no porto e ganham muito pouco para viver e se manter.
Pintadas de muitas cores e matizes com restos de tintas e de sonhos.


Lá meu consumo foi 4 imãs ao custo de P$ 20,00 (Aproximadamente: R$ 8,00). As demais coisinhas eram camisetas, bugigangas, couro.
Outra coisa que compraria, eram os quadros lindos que tinham por lá e os gorduchitos dançarinos de tango, o resto eram coisas comuns em lugares turísticos. 

                                                                                                                                                                                           
Passamos  pela Recoleta e sua feira e paramos rapidamente na Flor Generalis, e a correria do City Tour não nos permite curtir mais o local.

Depois seguimos para o Shopping Palermo, onde a guia nos diz que ganhamos um almoço grátis, desconfio, afinal almoço para várias pessoas gratuitamente não me cheira nem um pouco bem.
Infelizmente estava certa, comida servida em prato e talheres de plástico, com divisórias para a comida..rss, me senti na prisão ou no hospital, e sinceramente, acho que em viagens são momentos para a gente se dar alguns luxos, comer bem, passear, são minhas prioridades.
Comprar até é possível ficar sem, mas não curtir o lugar não faz parte dos meus planos de viagens. Mas como o tempo era curto e as meninas eram quem tinham pedido meu rango, comi a gororoba.
Viagem com muitas pessoas só funciona em excursões, onde mesmo que você não queira você é obrigado a seguir com o grupo..rss, já nosso caso sempre tínhamos a opção de ir onde desejávamos, eu tinha ainda um roteiro desejado a cumprir.
Faz tempo que aprendi a cuidar mais de mim, a saciar meus sonhos e desejos, por que, passei a minha outra vida muito preocupada primeiro com os outros, ainda sou, ainda ofereço tudo que estiver ao meu alcance para tornar a vida daqueles que me cercam o melhor (na minha opinião), mas ultimamente eu tenho pensado mais em mim, naquilo que enche minha alma de satisfação.
Sem certeza de que deveriam seguir meu roteiro, ainda em dúvida, seguimos todas de táxi para o Jardim Japonês, chegando lá, algumas das meninas não quiseram pagar o ingresso para visitá-lo.
Eu, Lidia, Dione e Andreza entramos, em quanto as demais nos esperavam lá fora.
Eu amei o Jardim, as cores, os peixes, as flores, seria capaz de passar horas por lá, infelizmente em viagens só sentimos os gostinho das coisas e descansamos alguns minutinhos, sem pensar em nada.

Nem em como somos diferentes apesar de semelhantes.


E mesmo quando estamos em lugares distintos, mesmo assim podemos estar perto




O ingresso custou P$ 16,00 (aproximandamente:  R$ 6,00). Acho muito justo a cobrança de ingresso, pois, o parque tem necessidade de cuidados que geram custos, e o valor do ingresso convenhamos não é nenhuma fortuna.
Super recomendado.
Infelizmente não consegui ver o Jardim Botânico, Rosedal (que tem pedalinho) e o Febrero. Ficarão para uma próxima vez.
Saímos do parque encontramos as demais meninas e seguimos a pé para a Feira da Recoleta, apesar de cansativo a caminhada (aproximadamente 40 minutos) eu adoro esses momentos, adoro ver as coisas pelo caminho, e até mesmo a eventual tempestade que ameaçava me despentear são momentos enxergados por mim com graça.
Biblioteca

Museu Malba - Em cartaz até agosto Tarsila do Amaral - Irapuru

A feira da Recoleta não me agradou, achei sem graça, sem produtos que chamassem minha atenção, uma feira da República bem mais sem graça..rss.

Mas tem que ser visto, mesmo que rapidamente.
De lá seguimos para o Cemitério onde estão enterrados os grandes nomes da Argentina, inclusive Evita Peron:

Sinceramente é outro lugar que não faço questão de voltar, têm imagens lindas, anjos, mármores, ostentações, mas tanto lá como aqui em SP (Cemitério do Araçá) sempre digo que se for para gastar $ comigo que seja em vida, se for para mandar flores também.
Dinheiro é desta vida e não da outra onde os desencarnados se encontram.
Acho um desperdício!!
Que cada um pense o que quiser, eu Andrea, não curto.
Sim são imagens lindíssimas que poderiam estar em parques, nas ruas, em qualquer outro lugar.
Montar um lar para um corpo que se desfará e uma alma que não vive mais aqui é em minha opinião desnecessário.
Ao sair de lá um grupo ficou tomando café na Recoleta, e eu , Lidia, Dione e Andreza seguimos de Táxi para a Livraria El Ateneo Grand Splendid. ( Av. Santa Fe, 1.860, tel.: 00/xx/54/11/4813-6052).



Ao chegar o táxi parou propositalmente..rss, na frente da loja de bijuterias que tinha anotado das muitas dicas caçadas Toda Moda (Av. Santa Fé, ao lado da Livraria).
Realmente tem coisinhas bonitinhas e baratas, tipo 25 de março, não me empolgo tanto com esse tipo de comprinhas, por que, gosto de coisas diferentes da que encontro na minha cidade, mas sempre há algo que nos chama atenção.
Comprei tiaras para minha sobrinha, lápis, um lenço de cabelo diferente, um brinco, uma pulseira, coisas que achei barato.
A livraria por dentro é simplesmente deslumbrante, dinheiro gasto em algo que nós vivos podemos usufruir...rss.

O local era um teatro que serve como livraria agora, trocas culturais de peso.
O livro da escritora Julieta Arroquy (Oh no me enamorei) do Blog que sigo e amo está esgotado e mais um desejo anotado nos sonhos de uma próxima vez.
Ao sairmos procuramos a sorveteria Volta que era também uma das anotações de desejos.

O lugar é lindo, com um jardim nos fundos, desse que amo e sonho consumir, bem o sorvete de doce de leche saciou meu paladar e foi uma ótima primeira vez. O que vocês acham da minha carinha?
Conto para vocês qual foi o sorvete que mais gostei ao final dos meus testemunhos..rs
Voltamos para o hotel e nos preparamos para jantar no Olsen, dica anotada e também recomendada pelo amigo da Lidia que esteve em Buenos Aires faz pouco tempo.
Depois de uma almoço de gato borralheira, o jantar foi de princesa, pedimos a degustação de vodcas que eram servidas com canapés que combinavam com a vodka em questão.



Escolhi um prato com salmão, batatas, abobrinha, molho tártaro e outras coisitas que não identifiquei.

A conta deu P$ 117,00 + Propina (Aproximadamente R$ 51,00, chorem como é barato comer bem em Buenos Aires)

Nossa próxima parada foi Porto Madero, passamos pela casa Rosada com suas luzes noturnas e lindas.


Íamos dançar na Asia de Cuba, porém, devido ao feriado, ou por ser cedo (1 hora da manhã) o lugar estava vazio.


Andamos por lá, e afogamos nossa tristeza de não ter balada em um boteco na beira do Porto, com cerveja Quilmes..rs.

Museu fragata Sarmiento - Dique III

Ainda não encontrei a foto da minha primeira cerveja em Buenos Aires...rss..acho que está em algum celular não baixado ainda, quando tiver eu acrescento aqui!!!























Nenhum comentário:

Postar um comentário