sábado, 28 de julho de 2012

Nova "arte"

Dia 08/08 como todo mundo sabe é dia do Agradecimento aqui, dentro de mim.
Agradecer pela nova chance de tentar concertar as coisas de tentar me tornar uma pessoa melhor.
Dia em que saí do coma e voltei para viver uma nova vida, nem de longe perfeita, pelo contrário, cheinha de superações, de aprendizados, de marcas profundas.
Tem dias que eu sinto uma saudade tamanha da pessoa que eu era, sim, por que, quanto mais você sabe, mais será cobrado, em quanto a gente é iludida, ignorante, temos ao nosso dispôr essa desculpa, mas quando estamos atentos, vigilantes e sabemos, não temos desculpas nem desvios.
Eu sei, porém, ainda não sou! Mas caminho para ser.
O caminho é árduo, mas real....e é por isso que eu adoro comemorar com cor, amigos, risadas, abraços e beijos estralados.
Então, o piquenique de sete novos anos de vida nova acontecerá dia 25 de agosto, se não chover, no parque Villa Lobos.
Quem quiser chegar será bem vindo.
Aos amigos e companheiros de caminhada seguirá um convitinho.
Solte as "braboletas" de Chay ou não..rs, os pássaros, as joaninhas, as formigas, as abelhinhas...e tudo mais...e se jogue na grama comigo!!!


O QUINTAL da gente.

Ando sem tempo de me conectar à internet e ficar horas passeando por aqui.
Primeiro, por que, essa semana a NET, empresa que presta o serviço de internet aqui em casa caiu e não se levantou mais...rs
Segundo, por que, como minha mãe caiu e se levantou, mas está imobilizada eu fico de anjo da guarda dela, ao seu lado, fazendo tudo que sua mãozinha não alcance, isso significa limpeza da casa, da roupa, comida e tudo mais.
Affff mamys trabalha demais..rs
Também tive uma encomenda de cupcakes de uma amiga muito querida que inaugurou um Bar.
Foram 200 cupcakes caprichados com brigadeiro, molhado com leite de coco e leite condensado e salpicado com coco fresco, além de um enfeitinho de chocolate para embelezar.
Deu um belo trabalho, mas o resultado valeu o esforço.
Fiz tudinho, montei as caixinhas, fiz o bolinho super caseiro (não gosto de Buttercream, Ganache, voltinhas, nada que o gosto fuja dessa coisa caseira), dei o laço, colei a etiquetinha..rss


A inauguração para familiares, em uma festa fechada, teve de lembrancinha meu bolinho, e espero que todo mundo tenha chegado em casa aberto a caixinha mimosa e degustado esse docinho e fechado a noite com chave de brigadeiro..rs
O bar está agora aberto ao público e eu recomendo, não apenas por ser da minha amiga, o que já valeria a visita, mas por que o lugar merece ser visitado, ficou um charme.
É na Vila Mariana, o que foge e eu adoro, da Vila Olímpia e da Vila Mada que já estão saturadas.
As comidinhas são deliciosas e a caipirinha é sempre a minha pedida.
Adorei os pasteis e a batata frita (amo num tanto) com cheddar e bacon...hum...
Abre para almoço e lógico pretendo ir lá várias vezes, saborear cada um dos pratos do cardápio e levar os muitos amigos para confraternizar comigo e com a Dani.
Vem para o Quintal 23 você também.
http://www.quintal23.com.br/
Vão lá e depois me contem.

sábado, 21 de julho de 2012

Frases inocentes e doces

Bibi, visitando sua vovó com a asa quebrada:

Tadinha da vovó, eu queria estar aqui pra cuidar dela!!!!

Mais fofa e doce impossível!!!!

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Uma noite no PS

Minha mãe caiu e passamos a noite inteira, das 20h00 às 8h00 do dia seguinte no PS do Hospital das Clínicas, sim isso mesmo...
Sabe as famosas cinco fases quando você está passando por um momento difícil na vida..
Foi assim as minhas 12 horas no PS das Clínicas.

Negação
Primeiro eu me mantive distante, vendo aquelas pessoas todas em macas nos corredores, com as mais diferentes dores, me neguei a sentar perto do andarilho que aparentemente bêbado, sorria e abria os braços para mim e que passou pela segurança dura do PS e até as 4 da manhã ele não tinha sido atendido, por que, ele não tinha ficha, até que a segurança o percebeu e foi lá, eu já acostumada com seus sorrisos inofensivos e sua boa conduta, fechei meus olhos e pedi a Deus que os seguranças não o colocassem para fora, não aquela hora, não com aquele frio, neguei que isso pudesse acontecer, e até os seguranças se deram por vencido, se ele estava lá até aquela hora, que ficasse até amanhecer.
Também me neguei a sentar do lado dos três anões, sim zangado, arrastado e frustado estavam lá no PS.
Um trio cômico que eu quase gargalhei, os três iam de um lado para o outro bufando e arrastando os pés e passando as mãos pelo cabelo.
Quando atendiam o celular diziam coisas como:
É o exame só vai sair amanhã, vamos passar a noite aqui, nesse frio, sentados...é...(mas sem tom de reclamação, um tom meio alegre..rs).
Depois desligava e fechavam os olhos e roncavam...
Sem contar o bafo de pinga.

Vamos direto para o PS do Ortopedista, já que foi uma queda, mas eles dizem que o PS geral precisa liberar antes.
Sigo para lá, paro onde entram as ambulâncias, fazemos a fixa, e pedem que minha siga pela linha amarela para esperar ser chamada.
Deixo minha mãe lá e vou tirar o carro, quando volto ela sumiu naqueles corredores imensos, procuro, procuro, vou até a sala de espera 3 onde ela deveria estar, e nada, até o segurança vem me ajudar.
Ficamos eu, o segurança e meu pai, indo e voltando.
Achamos ela, eu, meu pai e ela esperamos, ela já foi rapidamente atendida, vai ser necessário fazer uma Tomo, já que ela bateu a cabeça.
Me nego a pensa que ela possa ter sofrido algo mais grave.
Como ela foi rapidamente atendida, penso que vai ser rápido, algumas horas talvez.

O Ps é cheio, pessoas internadas em macas no corredor, muita correria, médicos trabalham pra caramba.
Gente caí de tontura bate a cabeça e fica jogada no chão até que alguém venha.
Atropelados, falando bobagens por conta da anestesia.
Gente queimada.
Velhinhos.
Gente com enjôo, dor de cabeça e febre.
Gente mau humorada e cansada.
Ela segue para a medicação para a dor.
Duas medicas vem conversar com a gente, acho-as muito simpáticas e acho o atendimento bárbaro.



Raiva
O Elton tossia mais que tudo e eu morri de raiva de não poder sentar, em quanto ele não parasse de tossir e principalmente encarar a gente.
Fiquei com raiva do neuro por não chamá-lo logo para a consulta e me livrar do constrangimento de ter uma pessoa fedida, impaciente, com cara de louca, e ameaçadora na mesma sala que fomos obrigadas a esperar.
Minha mãe precisava ficar sentada, mas eu e a minha raiva não podíamos.
Ficou com raiva também a pseudo patricinha que chegou olhou aquelas pessoas largadas lá na sala de espera 3 e sentindo uma pontada de nojo com raiva foi obrigada a sentar, após meia hora começou a sentir mal, ânsia (todos se olham), tontura, e começa a chorar, a enfermeira é chamada e mais trinta minutos depois (sim esse é o SUS) ela vem socorre-la, a acompanhante explica que ela colocou silicone faz 4 dias e está passando mal sem comer (todos se olham agora desaprovando sua vaidade).
Mas quem ficou com raiva mesmo foi a enfermeira que veio e gritou: Elton dos Santos Nascimento.
Ele se levantou como se fosse um dos carros do "transformers" e retrucou:
Sou eu (veio quase em cima da gente).
Vamos tirar sangue?
Vão tirar mais o que de mim? Estou o dia inteiro aqui! Depois eu vou ter que falar com o Papa!
A enfermeira, que ficou com raiva, e não estava lá para desaforos, deu meia volta e disse que depois outra pessoa viria tirar o sangue dele.

Esperamos na sala de espera 2 para fazer a Tomo, mais algumas horas, muita gente, muita tosse, abrimos a janela como transplantadas que somos para o ar circular.
Minha mãe é chamada para a Tomo, e voltamos para a sala 3 para esperar o laudo, muitas pessoas que fizeram a Tomo são liberadas imediatamente, ficamos com medo, por que, da minha mãe não é liberada.
Começo a procurar as médicas e elas me dizem que tem que esperar o laudo.
Mais horas se passam.
Liberamos meu pai que precisa trabalhar amanhã.
Procuro as fofas novamente.
Elas conversam com o médico chefe e percebo que elas são residentes, por isso a fofura..rs, elas contam o caso da minha mãe para ele e ele explica que o laudo não vai sair hoje, só no dia seguinte, mas que é necessário que o neuro veja a Tomo e consulte a minha mãe para poderem dar alta.
Ele pergunta se elas fizeram RX do Torax e da pelvis já que foi uma queda e é esse o procedimento.
Eu bufo de raiva, mas mantenho a linha.
Percebo que as fofas não tem muita experiência e minha mãe ficou perdida na lerdeza do atendimento, na quantidade de casos graves que são passados na frente.
Ela volta para a sala 2 para esperar para fazer os RX.
Ela geme de dor, é frio, ajudo ela.
O técnico diz pra mim: Tadinha...machucou feio.
Começo a achar que isso não terá fim, pois com esse machucou feio, mas a demora do neuro, mais a alta do PS Geral e a ida ao PS do Orto eu não vejo luz no fim desse túnel.


Barganha
A mãe e a filha de capuz do moletom (carequinha desconfio que tenha câncer), chegam, não faz nem uma hora que esperam, mas já estão cansadas e indignadas com a demora.
Nós que estamos lá a muitas horas levantamos a nossa sobrancelha num julgamento rápido.
A filha sente dor no estomago e a mãe corre de um lado para o outro tentando achar alguém que a socorra, quase colide com uma enfermeira, barganha para que a moça faça algo, ela que não pode fazer nada sem que o médico a consulte.
Elas falam mal, xingam, e se acalmam e sentam, o médico chama, vão fazer exames e ver se pode ser a vesícula.
Ela conversa comigo e eu quase não a escuto de sono, de tédio, de cansaço de problema de audição..rs, ela se acalma e bem diz a enfermeira, sabe que ela não pode fazer nada, que tem que esperar, tudo ao contrário dos dois segundos de antes.
Eu entendo!
Quem não chora não mama e quem não barganha não ganha.
Logo ela está na sala de medicação, mas digo a ela que essa é uma das fases e que provavelmente ela só sairá dali quando o dia tiver se posto.

Começo a barganhar com as fofas que chamem o neuro, elas me explicam que não é por conta da demora que é grave.
Que na verdade os graves passam na frente, e que devo ficar feliz, pois, se não fomos atendidas até agora é por que não é grave.
Alivio!
Finalmente minha mãe é chamada na consultório, imagino que seja para falar sobre o resultado da Tomo, mas não
O Neuro vai consultar minha mãe, faz todas as mesmas perguntas que as fofas fizeram, examina minha mãe e diz que vai ver a Tomo.
E some minha gente, vejo ele andando de um lado para outro, atendendo outras pessoas (que devem ser graves), um homem caí no banheiro e seus familiares que o socorrem, junta uma leva de médicos dentre eles o neuro que deveria estar vendo a Tomo da minha mãe.
Eu o sigo onde vai.
Fico olhando para ver se ele me nota.
Ele finge não me ver.
Quando ele passa pela minha mãe, ela fala:
Dr. não esqueça de mim.
Ele esboça dizer algo, resmunga algo que não entendemos e segue adiante.
Aprendi a duras penas que em hospitais brigar, xingar, fazer encandolo é pior, te largam lá.
Então barganho de leve.
Penso que se meu irmão estivesse lá ele já estaria procurando a ouvidoria..rs...mas não adianta.



Depressão
Ela um dois policiais armados com metralhadoras e junto com eles um menino, de seus quatorze anos, ele é passado na frente de todos, é atendido, medicado e arrastado pelos corredores, algemado, de cabeça baixa, muitos maldizem que trazem esses marginais para o hospital.
E com meu coração partido e meus olhos cheios de lágrimas padeço, sei que temos ódio daqueles que nos roubam, traem, machucam.
Sei, eu sei!
Porém não consigo não me padecer, e antes que digam que é por que nunca fui assaltada, desminto, fui, com arma na cabeça, já roubaram meu carro, já roubaram meu relógio (embora eu tenha brigado com o moleque.rs), e mesmo assim, eu padeço e sofro.
O marginal tem que tomar a medicação virado para a parede, em pé, sem olhar as pessoas, sua face quando está indo embora é desafiadora, olho em seus olhos e só vejo raiva.
Deve ser raiva por ser tratado assim, como lhe tratam, da mesma forma que ele deve tratado suas vitimas, mas ele não tem condições, nem consciência disso.
Fico deprimida com aquela cena. O que será que poderíamos fazer para que a maldades nos corações dos homens fossem curadas.

A Dra. fofa diz que o RX não deu fratura e que provavelmente ela terá alta, assim que o neuro a ver.
Cansadas sentamos na sala 3 novamente aguardando o neuro trazer o resultado, diante da minha indignação com as fofas, elas resolvem dar uma nova medicação para mamys, já que a essa altura a primeira já tinha passado o efeito.
É lá diante da prostração que o neuro surge, conversa comigo e diz que viu a Tomo, e que da parte dele ela está liberada e que a médica vai dar alta para ela, pergunto quem, ele diz que a que atendeu ele primeiro.
Ele também diz para minha mãe que ela está de alta.


Aceitação
O dia está nascendo, e estamos todos lá. O PS não escolhe seus personagens, não os força a ficar lá, é o processo, as fases, a paciência e aceitação daquilo que não podemos mudar.
A velhinha que caiu em sua cozinha, conversa com todos, está lá como todos nós há horas, está preocupada com minha mãe e espera que sejamos atendidas logo.
Ela me conta sua idade Oito, Oito ela me diz, me conta como se segurou na mesa, mas a bendita escorregou, me conta que não escuta e que na correria ela não pegou seu aparelho, conversa com a Amanda a moça da dor de estômago e acha lindo o nome da moça que lhe dá atenção.
O médico pergunta a Amanda como é a dor, para ela descrever, se queima, aperta, dá pontada?
Ela diz que tudo isso que ele falou menso queima, diz que é horrível.
Ele sorri!!! com a descrição dela e a incerteza de que ele tenha tido a resposta para a sua dúvida.
O Elton dorme, não se importa que a nova enfermeira que irá tirar tudo dele..rs venha daqui um dia, ele não se mexe, talvez ele tenha que falar com o Papa, isso se o plantão não mudar.
A moça do silicone tomou a medicação e teve alta, se despede de todos os abandonados de sorte, como velho amigos, a dor traz a humildade.
O moço que foi atropelado está com uma faixa na cabeça e também recebe alta, saí com seu amigo falando que não foi dessa vez.
Os das macas dormem, ou fogem das enfermeiras para falar no celular e são pegos no flagra e levados de volta a sua maca.
A moça que o marido não lembra de nada, a grávida que não tem como voltar para o Campo Limpo, as duas moças que conversam animadas em quanto uma delas toma soro, a moça que perderam o exames dela e terá que refazer tudo, conversam animados na sala de espera 2, conformados que aquela noite Deus escolheu que eles se conhecessem, que se estranhassem, se aceitassem e aprendessem.




Quando eu e mamys estamos na porta cruzamos com a velhinha de oitenta e oito anos ainda firme na sua noite sem dormir, eu estou um caco, mas ela parece estar numa festa, saí com sua faixa na cabeça costurada e nos bem diz com seu mais singelo sorriso.
Encontramos a Dra. Fofa que diz para minha mãe onde ela está indo?
(comoooooo)
Ela diz que o está indo embora.
Ela pergunta quem deu alta?
Minha mãe diz que o neuro.
A Dra. fofa diz: mas que ela ainda não deu alta.
Entregue a esse filme dramático de comédia cômica, nos arrastamos até a recepção novamente onde o médico chefe é chamado novamente.
Ele faz testes com o braço da minha mãe e como ela não consegue levantá-lo ele diz que o que ela acha de ir para o PS do Orto?
Ela responde sabiamente que ele é quem tem que dizer se ela deve ir...rs.
E assim devemos seguir para o PS do Trauma e Ortopedista.
Mas não sem antes esperar um auxiliar de enfermagem que nos levará até lá.
Mais algumas horas sentadas na sala de espera 2, já que disse para a Dra. fofa que iamos sentar para esperar por que já imaginava que duraria mais algumas horas até que alguém pudesse fazer isso.
Lá ficamos.
Até que entrou o pessoal da limpeza e nos mandou para sala 1 rss...
Eles lavam tudo, mesmo com as macas no caminho.
Morrendo de fome, de sono, com dor de cabeça, resolvo ir comprar algo para comermos.
O frio congelante me toma de imediato, mas sigo em frente.
Compro um café com leite para minha mãe, comidinhas e quando vou entrar o guarda me diz que não posso..rs
Deixo o café com leite na murreta, e taco as comidinhas na bolsa, e digo para ele:
PRONTO
Entro, e mamys come escondida.
Ela, cansada vai falar com os médicos, eles dizem que a enfermeira a chamou em todas as salas e que não a encontrou.
Minha mãe responde que não saiu de lá.
A enfermeira vem e chama a Thais, que deve seguir para o Orto.
Dizemos que nós também vamos para o Orto, mas que o nome da minha mãe é Juvendira, nome bem difícil de confundir..rs
Uns cinco minutinhos a enfermeira volta, a Thais na verdade era a Juvendira, tinha trocado a etiqueta.
Finalmente seguimos para o PS do Trauma.
Lá tem um coitado numa maca, que caiu de moto, ele fica olhando com cara de sofrimento a todo instante, minha mãe pergunta se ele já foi atendido, ele diz que não, mas que está olhando para ver se acha o enfermeiro por que está morrendo de vontade de fazer xixi.
Eu me proponho a chamar o enfermeiro para ele, ele vem e o ajuda, nós saímos da sala.
O médico vem, e é de uma finura que dá gosto, mexe na perna do moço sem cerimonia, vira para lá, torce para cá, o moço chora de dor.
Minha mãe já se apavora, e diz que se ele fizer isso com ela, ela vai dar uma nele.
Eu já estou no meu limite, mas aceito tudo, penso que essa é a fase final, que está acabando e logo estarei em minha cama quentinha.
O médico vem, examina minha mãe, é mais delicado do que com o moço, mas precisa fazer certos movimentos que doem em minha mãe.
Diz que o RX do PS Geral não ficou bom e que vai pedir outros.
Sentamos na espera do RX e o técnico anda de um lado para outro, pega a ficha da minha mãe, a única que espera.
E vai, pasmem para outras salas chamar a Juvendira..rs
Eu vou atrás dele e digo que é aquela senhorinha esperando lá na porta do raio X...rs
Ela entra, tira o raio X, o médico analisa e vem a bomba:
ELES VÃO VER SE ELA TERÁ QUE OPERAR.
ADEUS ACEITAÇÃO
ADEUS CAMINHA QUENTINHA.
OI INTERNAÇÃO E A RENOVAÇÃO DE TODAS AS FASES.
Ele volta e diz que é para ele seguir em conservação, com a tipoia por quatro a seis semanas e que depois eles vão analisar se irão operar.
Seguimos para casa.
Até que ao passar na fármacia para compra a medicação para dor, descobrimos que o médico não carimbou.
Durmo algumas horas e volto no PS para colher o carimbo do médico e assim comprar a medicação para minha mãe.
Lógico que ele não está!
E assim todas as fases terminam!!! Será?

domingo, 15 de julho de 2012

Frases inocentes e muitas coisas mais.

Coisas do final de semana:

Bia:
Eu não sabia que esse filme era tão tite (Chorando quando um dos personagens do filme Homem Aranha morre).

Bia:
Dando um berro quando imprimo a folha para colorir da Moranguinho...rs

Chegando do Centro, onde vou todo domingo, Bia não acordou para ir com a gente, quando ela me vê dá um berro:
Titiaaaaaa linda...
Faço cocegas e ela me dando um monte de beijos:
Você é linda, seus olhos são lindos, sua pele, você é uma coisinha linda....
Rsss
(quem vê com o coração enxerga melhor..rs).

Rafa:
Eu quero um celular de tocar... (Rs...touch).

Rafa confesso...ultimamente você tem dado os abraços mais entregues que conheço, daqueles apertados. Fico feliz!!!

Rafa quer assistir Homem Aranha, eu Madagascar, fazemos impar ou par, e eu venço as três vezes...rss, mas como boa Tia que sou (rs) falo que vamos assistir Homem Aranha como eles querem.

Rafa com seu celular novo de presente de aniversário que toca (Touch) estamos anotando meu celular nos contatos, está com o corretor automático, colocamos Tia D...ele corrige e coloca Feia..rss..
Rafa morre de rir e eu penso: tudo que é automático não toca, não sente...rs




quinta-feira, 12 de julho de 2012

Sorte....sorte...na vida - Solta o galinho....

Genteemmmmm,

Se eu estava bege na postagem: http://www.semespacoparalamento.blogspot.com.br/2012/07/fortes-emocoes-eu-tenho-sorte-sim.html, agora fiquei rosa, amarelo, vermelho, e muito, muito.......PERFUMADA.

Acabou de chegar meu kit mega, super, ultra fofo que ganhei no sorteio do Blog Tacho da Pepa (http://www.otachodapepa.com/), vejam quanta coisa lindaaaaaaa:



Abri o pacote e morri...


De alegria que não sou boba...rss



Agarrei minha Pepa e abracei, beijei e dei nome.

(Dora - Nome da madrinha que nunca conheci).AAAAAMMMMMEEEEEIIIIIIII!


(Tá eu confesso que paquero as Pepas desde sempre, e queria muito de todo meu coração uma pra chamar de minha e amei a que veio morar aqui comigo)


Dora D´Angeli, a minha doce madrinha, que se mudou para Maringá e que nunca mais nos vimos, brejeira, do interior, mas chic em sua simplicidade, com seu chapéu vermelho, sua flor no cabelo, suas saia florida, e sua blusa rendada, tímida, porém decidida, doce, com seus cabelos presos para cozinhar muito macarrão, Dorinha me faz companhia, mesmo que eu nunca mais a veja nesta vida.

As Pepas, uma mais linda que a outra você encontra para comprar aqui:
http://casadesahira.divitae.com.br/busca?s=PEPA

Um presente lindo, que agrada demais quem a recebe, feita com muito amor e carinho, que toda menina, moça ou mulher gostaria de ganhar....

E mais um coração fofo, muito bem acabado, caprichado, um charme, que vai ser pendurado na porta do meu quarto.

Um quadrinho, que eu tinha visto no blog e tinha achado que era um cartão..rsss, que já foi pendurado aqui no meu quartinho/escritório, junto com tantas coisinhas de valor sentimental pra mim.



Outro quadrinho com um passarinho, que amooooooooo, que vai ser colocado lá na entrada de casa....


Um CUPCAKE que já está enfeitando minha mesa de trabalho aqui em casa.
E uma cartinha mega FOFA, com palavras FOFAS e que só fizeram crescer a vontade de dar um abraço apertado nessas duas FOFAS que são a Vi e e a Lia.
Claro prendida com um prendedor mega, ultra, blaster também de Cupcake...(nem gosto).



Olha foi um dos presentes que mais gostei de ganhar, não menosprezando os demais não, mas é que esses foram feitos com as próprias mãos das fofas e de fadas e eu adoro esse tipo de carinho, essa atenção.

Gostaria muitoooo de ter esse dom, como disse sou apressada, e apressada come cru, não dá os pontos caprichados, não alisa, deixa a tinta secar...ou seja...não faz as coisas em seu tempo, e por isso não chega a uma excelência.

Pepa e Vi....muito obrigada pelo kit fofo, mas principalmente por vocês espalharem, via net, tanto carinho, atenção, sentimentos, amor, o mundo tem muitas pessoas boas sim, acredito nisso, porém, temos deixado o tempo, a correria ser desculpa para a gente não se ver, não prestar atenção no próximo e nos detalhes, não ouvir, não sentir, não participar seja de que forma for, e fico muito feliz de ser amiga de vocês, mesmo virtual, que são a exceção.

Obrigada pelo carinho que criaram o kit especialmente para mim, são realmente lindos, caprichosos, feitos com esmero.

Espero um dia poder retribuir toda essa atenção!!!
Espero mesmo que um dia a gente se veja pessoalmente....por que virtualmente eu já amo vocês.

Continuem espalhando luz, via sedex..rs, via blog, por todas as vias..rs

Obrigada de coração, eu amei demais da conta mesmoooooooo, se vocês estivessem aqui iam ver a minha cara de felicidade...e da minha mãe viu.....que ficou boquiaberta com o capricho de vocês e disse:

Nossa quanta coisa e como são lindos, muito caprichosas essas moças hein! Rsss....Que Kitão...rs

A Pepa quando ganha alguma coisa das amigas da net, põe um videozinho do galinho para animá-la e faz junto a dança do Galinho..rs, eu não fiz né...rsss.....só pulei, beijei, rodei com meus presentinhos..rs

domingo, 8 de julho de 2012

Quem tem asa que voe.


Xiu...Xiu...Xiu...Xiu....Vem CAMBADA... To pombinha essas migalhas do pão que eu ganhei da velhinha aí que mora na praça, toma, psiu, psiu, vem matar a fome, chama teus amiguinhos tem para todos... Mas como eu estava falando a velhinha da praça é gente boa, mesmo quando passa de cara fechada, fingindo que não me viu, por que ela me dá esse pão que sobra todo dia, ela sempre compra a mais esperando o netinho, mas o netinho já está grandinho e anda namorando e vocês sabem, quando a gente ama, esquece de tudo, ela fica brava, faz essa cara maruda, mas melhor assim sobra mais para mim e eu divido com vocês, Ah! Está vendo até sorriram. Ela é gente boa, me contou do falecido e até chorou, aí quando olhou e me viu na frente percebeu que estava desabafando com um qualquer, ferrado na vida, sujo, fedido e que nem deve ter entendido o que ela disse e ela foi embora e eu EU rezei por ela aquele dia, lembrei o pai nosso, NOSSA fazia tanto tempo que eu não rezava, eu rezei para que ela percebesse que ela teve passado, presente, família e realizou alguns sonhos... Aí acho que de recompensa... Outro dia estava muito frio (eu até pensei que ia morrer), aí do nada ela veio e me trouxe uns trapos, eles estavam até cheirosinhos, deu para passar a noite, e que noite, tive pesadelo e lembrei de tudo, da vida que tinha, de tudo que passei e de todo que ainda vou passar é por que do jeito que as coisas estão sei até o meu futuro, aliás, essa é uma palavra bonita para esses bacanas que passam aí nos carros, eles podem mudar as coisas, mudam de emprego, escolhem outro amor, mudam de casa, mas eu EUZINHO AQUI preciso de muito mais do que sonhar e correr atrás eu preciso é de um milagre, sabe eu tenho inveja de vocês... Por que vocês estão sujos como eu, não tem casa, vivem no tempo, comem porcarias de sobras como eu, não fazem nada, mas ninguém olha de cara feia para vocês...NINGÚEM chama vocês de vagabundos, todos os dias sou chamado de vagabundo, todos os dias me chutam, me chamam de bêbado, logo eu que nem bebo por que odeio vomitar, depois fico todo sujo e não tem como limpar e esse fedor que já empreguinou minha alma empreguina minhas entranhas e a coisa que eu mais gostava da vida que eu tinha era COLÔNIA. Ah! Eu ainda sinto o cheiro, ele está aqui Oh dentro da cachola, que ainda funciona, ás vezes era melhor esquecer, tá vendo até isso vocês deram sorte duvido que se lembrem que o Sr Joaquim ali do bar ODEIA VOCÊS, ele vive com a vassoura expulsando vocês, mas também quer saber melhor ter essa MERDA da lembrança assim eu não apanho como vocês e não levo a fama de BURRO, tá aí oh ceis são burras, burrinha da silva oh pombaiada BURRA.... Mas não vão embora não... oh seis são burras, mas to as migalhas. Pronto por que fui lembrar, lá vem essas idéias loucas, esse passado que pisca aqui dentro da cabeça, eu lembro da minha casa, é eu tinha uma casa, pequenininha para os doze que vivia lá, mas era um lar, mas eu queria o mundo e além do mais todos os dias eu apanhava se voltava sem dinheiro para a casa meu pai colocava os filhos em fila e batia em um por um, não adiantava um só trazer dinheiro, todos precisavam, então era sova todos os dias, pior era quando ele bebia, aí sim o novo dia era mais quente, mesmo que chovesse... aí eu cansei de apanhar e resolvi ser autônomo DE VIDA, sem família a gente é a coisa mais besta que existe, não tem com quem conversar, não tem gargalhadas, ninguém te conhece, você pode falar o que for, ninguém te desmente, aí você vai perdendo as referências, a verdade vai sendo construída conforme sua idéia de o que você queria ser, você já não é mais quem você é, a verdade é a mentira e a mentira é a verdade que você inventou... Tem muita coisa na minha vida que eu não sei se é verdade ou mentira, aí você fica tão louco sozinho que começa a ouvir vozes destes seres que inventou e é uma briga diária, eu sou um alucinado, mas a verdade verdadeira sobre mim e que ninguém pára para me ouvir. Eu queria uma nova chance de fazer tudo de novo, nascer de novo, descobrir uma nova história com muito FUTURO pela frente, Oia que palavra bonita, eu queria acordar quentinho, ter pão e café, aí o cheiro do café sendo feito, ter casa, família, amor, carinho, com essas oportunidades dá até para sonhar com um FUTURO, uma razão para eu estar aqui, e não um dia após o outro sozinho e fedido.... já estão indo, eh vocês não são burros não, nem querem mais ouvir tanta desilusão, quem gosta de ouvir tristeza? Ninguém não...ceis tão certos vão voar, pelo menos vocês tem asas....... 

Andrea Prado.
2000

terça-feira, 3 de julho de 2012

Sorte....sorte....na vida - Fortes emoções!!! Eu tenho sorte sim....

Gente,

Tô bege!!!

Eu que só ando ganhando peso ultimamente (quem manda comer feito desesperada), ganhei um sorteio no Blog da linda Lia Agio.

Imagina que babo nas coisas caprichadas que ela e Vi fazem....(Não tenho nem um milésimo de talento delas pra essas coisinhas feitas a mão...não sou prendada, fazer o que?)

Espia (como diz a Pepa, mais conhecida como Lia, ou seria o contrário), o blog das moiçolas:
http://www.otachodapepa.com/2012/07/delicia-delicia-encontro-e-resultado-do.html

Já comentei aqui o quanto eu me divirto lendo os textos da Pepa, imagino ela qui na minha frente fazendo caras e bocas e usando um vocabulário único.....engraçado e sincero...rs

Pepinha, estou muito feliz de ter sido sorteada.

Quando digo para minha mãe que não tenho sorte (no amor), ela sempre me faz bater na boca, a verdade é que eu me considero mega sortuda (na vida), Deus e a Vida, sempre foram bem gente boa comigo, tanto que até uma nova vida eu ganhei, mas quanto a sorteio...aiaiaiai, eu vivia dizendo que não ganhava nada, mas peraí, não posso mais dizer isso...rs

Tô esperando meu Kit Fofo, das mais fofas da Blogesfera...

Li e reli o texto da Pepa mil vezes para me certificar que era eu mesma.

Sou eu mesma né gentiiiii?

RSSSSSSSS!!!!!!


segunda-feira, 2 de julho de 2012

É preciso saber ouvir.

Lendo o post hoje da Lak, que amo, me emociono, identifico, e várias outras emoções.
http://desculpenaoouvi.laklobato.com/

Eu vibrei ao saber que ela, junto com amigos, fizeram uma cartilha explicando como se relacionar adequadamente com várias deficiências.

Sabe aquelas perguntas que a gente gostaria de fazer mas tem vergonha.

Eu por exemplo, queria saber qual a melhor forma de me comunicar com alguém numa cadeira de rodas, abaixo, sento, enfim...

E com cegos, dou o braço e ele se apóia, ou pego em sua mão?

E tantas outras dúvidas que me embananam a cabeça, sei que nem todos são iguais, mas suas deficiências sendo, algumas regras devem facilitar a nossa inteiração.

Por isso estou doida para ver o que essa cartilha da Lak contêm, não sei se ela irá divulgar, já que foi feita para seu trabalho, mas estou na torcida que sim.

Eu como deficiente auditiva, adquirida após uma infecção generalizada, passei a pensar muitas coisas:

Primeira delas: acho bárbaro meus sobrinhos desde pequenos lidarem com a minha dificuldade, o aparelho, já que de uma forma natural eles estão aprendendo a se comunicar comigo, apesar, que a falta de paciência para repetir, ou ir até o lugar onde me encontro e falar comigo olhando nos olhos, não é uma coisa só de adultos...rs, mas insisto para que não desistam de falar novamente, até que eu entenda, para que eu também posso compreender e participar da conversa.

Bia sempre perguntava se eu estava de aparelho..rs...

E hoje quando me gritam de outro cômodo da casa, sempre grito de volta que não estou escutando, que tem que vir até onde estou para falarem comigo..rs.

Claro que posso ir onde estão, e vou quando são meus pais, mas meus sobrinhos são mais novos que eu...rs

Confesso que eu também estou aprendendo a lidar com essa deficiência, já que não nasci assim.

Hoje evito lugares barulhentos e sofro quando algum amigo me convida para esses lugares, sei que vou perder muito, que não vou participar tanto quanto gostaria, por que, a maioria sabe, adoro falar, fazer piada, e rir.

Hoje sou mais quieta, mais introspectiva, pois, receio que o que entendi, não seja o correto, vivo dando foras.

Baladas pra mim hoje em dia, são para dançar e escutar a música, não contêm comigo para conversas e assuntos importantes.

No telefone, dependendo de onde eu esteja, a mensagem tem que ser a mais clara possível, quanto mais rodeios (palavras) e informações, maiores a chances de eu não compreender direito. Comigo é preferível irem direto ao assunto...rs

Falar olhando pra mim, é a garantia de que eu entenda melhor.

Desculpe, mas tem algumas pessoas, algumas vozes, por causa de seus timbres, que tenho mais dificuldade de ouvir.

Se for possível falem objetivamente, claramente, e articuladamente, além de se possível não alto, mas um pouco mais alto..rs.

Se estiver muito barulho, como carros passando, o caminhão do gás, um som mais alto, no metrô, esperem que esse barulho passe para continuar conversando comigo.

Às vezes, muitas vezes..rss, eu finjo que escutei...rs, e preciso me reeducar a não permitir isso, a infelizmente perguntar quantas vezes for necessário para repetir, pois, infelizmente, não escutar não é culpa de ninguém, a não ser das bactérias malvadas que atacaram minhas células...

Eu preciso me esforçar sempre para sair do meu mundo, do silêncio que me encontro e não desistir de trocar, de participar, de dar minha opinião, mesmo que eu tenha escutado alhos e a conversa seja de bugalhos..rs

Eu preciso superar a perda, o medo de ficar cada vez mais surda com a idade, o que irá acontecer com todos nós, mas como já tenho uma perda severa, no meu caso, o medo é maior.

Eu preciso cada vez mais perder a vergonha do aparelho, cada dia que passa eu perco mais e mais, mas em alguns lugares, com algumas pessoas eu ainda tenho um receiozinho, embora, eu fale para os quatro ventos que uso aparelho...engraçado e contraditório...rs

Eu repito pra mim em pensamento que aparelho nada mais são que óculos de orelha, mas por que a aceitação total aos óculos e a estranheza aos aparelhos (?).

Hoje já vemos muitas pessoas com aparelhos, porém, ainda é grande o uso deles por pessoas mais idosas, mas prestem atenção, com os jovens ouvindo músicas em seus ipod tão alto, em shows onde o som não é adequado, e tantas outras modernidades, no futuro da próxima geração acredito que os aparelhos ganhem a mesma naturalidade que os óculos, infelizmente.

Estou aprendendo a ouvir músicas, que tanto amo, e aceitar que hoje elas soam diferentes para mim, e que nunca mais eu as ouvirei como ouvia antes, esse prazer morreu, quando minhas células morreram.

Eu quero aprender Libras, para poder me comunicar com quem não ouve nada e também para me preparar para o futuro.

Eu queria que todos nós nos preparássemos melhor, via a cartilha da Lak, via a oportunidade de conviver com pessoas com as mais diversas deficiências, para termos uma melhor convivência, já que com tantos acidentes, com tantas mazelas, essas dificuldade pode acometer todos nós.

Pode ser chato, eu acho, mas infelizmente, ou felizmente, nós precisamos achar um novo meio da gente trocar emoções, como fazíamos antes, permeados de risos, confissões e alegrias.

Pra mim é um aprendizado de humildade e paciência maravilhoso e ao mesmo tempo penoso e doloroso.

Não escutar mais como antes, precisar usar um amplificador artificial em meus ouvidos, que me cansam a mente, incomodam minhas orelhas no final do dia, ter que gastar R$ 10.000,00 de quatro em quatro anos, mais pilhas, manutenções, não é um presente, mas um exercício árduo de resignação e ensinamentos.

E como tudo tem um lado ruim e um bom....

O bom é perceber que a precisão mora no detalhe.
Que a paciência é um dom.
E que a vida, seja ela como for, vale o investimento.

É preciso saber ouvir, e ir além, é preciso escutar com o coração.

Lak tomara que você possa divulgar a cartilha e dividir comigo e com tantos outros deficientes ou não.

Quanto a mim tem dias que agradeço a oportunidade desse aprendizado maravilhoso e em outros me entristeço até o limiar de minha alma.



Para dar um up

Semana passada comprei, by Mundo da Bijús da Rita, o meu primeiro Maxi Colar.
https://www.facebook.com/groups/439539169410443/439563582741335/?notif_t=group_activity

http://www.vivendonomundoderita.com/2012/07/look-novidades.html

Vamos aproveitar em quanto é tendência...rs...apesar que eu acho que esta veio para ficar.

Para o primeiro eu escolhi cores neutras, mas eu adoro uma cor...e se você é como eu, procure a Rita e se jogue nas Bijus....

Usei num modelito Black or White para assistir a peça: Depois da Chuva na escola Macunaíma, na formatura do meu amigo querido Roger, mais conhecido por mim por Chico.

Infelizmente ontem foi a última apresentação, mas sempre tem mais, nós esperamos que sim.

Bijus sempre dão um "up" no visual.