quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Cookies da perdição

Gente,

Estou de regiminho básico faz três semanas, com pausa apenas para o Piquenique, que não teve jeito e tive que comer as coisinhas gostosas né?

Mas ontem me pesei e pasmem não perdi nem 100 gramas, isso me desanima horrores, eu me sinto mais fina, as roupas confirmam, mas o peso na balança...

Já fiz até exames com a endócrino para ver se estava com algum problema, mas nada, tudo normal, sei lá, talvez seja a cortisona que tomo, que incha, não sei, só sei que estou desanimada..rs, mas continuarei a moderação, pois, estava comendo muito pão (que amo), e muito doce (que depois do transplante dá uma vontade louca..rs)...

E por falar em doce, lembra aquele cookies de corujinha que minha prima faz (ela aceita encomendas meu povo) que ela me mandou de presente no post: http://www.semespacoparalamento.blogspot.com.br/2012/03/corujices-que-amo.html

Então, como ela mora em Promissão no interior de SP e há essa pequena dificuldade em encomendar já que moro em SP (se bem que de vez em quando a minha tia, mãe da Fá, vem pra cá, e às vezes calha da encomenda dar certo), eu resolvi testar...

Ohhhh coisa boa essa viu....vejam como ficou bonitinho, não ficou perfeito como o da minha prima (que faz vários modelos cheinhos de detalhes e o todos dela são exatamente do mesmo tamanho e grossura..rss...já os meus cada um de um jeito..rss), mas até o meu ficou bom demais sô....rss...
Eu gostei bem mais no outro dia...acho que os ingredientes encorporam..rss

Agora de regime que não me faz perder quilos, mas afina, desanimada com isso, de TPM, é esse o docinho que tortura a minha mente gorduchita, ainda bem que no piquenique mesmo eles acabaram...afff.

Foto by Aninha Bijú




terça-feira, 28 de agosto de 2012

Saudades de mim

Estas últimas semanas eu tenho feito listas e cumprido a risca o que me proponho a fazer.
É essa nova fase em minha vida me colocando nos eixos novamente.
Me empurrando para entrar na roda da vida de novo, e que eu saiba rodar sem ficar tonta.
Então, hoje na minha lista, na região que eu ia, estava a última passadinha pelo Hospital Alvorada Moema onde eu passei seis meses da minha vida, entre coma, internações, exames, diálise e afins.
Fui lá distribuir os últimos exemplares do meu livrinho.
Sim tinha que ser lá!
Onde tudo começou, é onde tudo acaba, nessa roda da vida, que gira e nos deixa tontos, sem perceber o que está lá fora, e esse perigo todos nós corremos, não importa o quanto evoluído estejamos.
Em quanto houver a roda da vida, corremos o risco de só olhar pra dentro, de se deixar iludir, de correr, correr, e não sentir.
Entrei na sala de espera da UTI, e muitas cabeças baixas, muitos olhos vermelhos, muitos olhares perdidos, muito medo, muita realidade, ali naquela sala a roda não gira, ela está parada para aqueles que estão lá dentro e também para quem está lá fora.
Eu quis tirar foto, mas achei desrespeitoso com aquela energia que essa sala emana, por que, não seria possível explicar que não era uma foto para ser colocada no facebook ou mostrada ao acaso, não essa foto seria para eu sempre me lembrar de que um dia eu estava lá dentro, mas agora eu estou aqui fora, pronta para tentar de novo, para não permitir que a roda da vida gire descompassadamente, esmagando sonhos, aprendizados, o que realmente importa.
Eu preciso de um lar, de comida, de ir e vir, de remédios, eu preciso de dinheiro para comprar as coisas, porém, eu preciso muito mais de alegria, de ser feliz, e essas coisas não são a que me trazem felicidade, elas me trazem uma psedo segurança, uma alivio, mas não felicidade.
Confesso que ao sair da sala, depois de ter distribuído meus livrinhos, eu chorei de soluçar, num adeus doloroso, não só de toda história, mas de tudo que eu era e que eu não sou mais.
Me recompus, segui para minha casa, com esse nó no peito!
Esse nó que só eu entendo!
E a torcida por cada um dos rostos tristonhos a quem presenteei hoje.
Que alguém lá de dentro, possa também um dia estar lá fora, como eu estive hoje.
E que um dia esse nó que sinto seja desfeito!
Acabou o livrinho, acabou a história, acabou quem eu era.

domingo, 26 de agosto de 2012

Vamos celebrar

E o Piquenique de comemoração dos meus sete novos aninhos de vida aconteceu ontem no Parque Villa Lobos.
O parque é bem mais bacana, na minha opinião para piqueniques que o Ibira, e mais fácil de estacionar para todos.
Lá tem um espaço reservado para Piquenique (15), o banheiro é mais ou menos perto e tem muitos bebedouros por perto também.
Aprovado!
O que foi aprovado foi o carinho e a presença dos meus amigos queridos e familiares:


O dia estava lindo, sol, sombrinha das arvores, muita coisa gostosa, muitas risadas, papos em dia, comemoração e brincadeiras.
Brindamos a vida, a amizade e a oportunidade de recomeçar:

A criança brincou de pintar (levei lápis de cor e desenhos), de boneca e bola, cavalinho no coitado de meu pai, apresentamos Julinha para o Daninho..rs, Tia Lelê e mãe da Cacá manteve a filha e a minha sobrinha nas brincadeiras, jogaram bola, inventaram brincadeiras, jogaram meu pai ao chão, pega pega, e até a Pri (passarinho) fez a festa da criançada.











Minha sobrinha quando chegou em casa não tinha nem forças para jantar.
Fizemos uma rifa de uma Pepa (ainda tem números se alguém quiser comprar..rs)


E toda a renda vai ser revertida para a compra de uma máquina de costura para uma mãe do ICRIM, história que dividi aqui neste post: http://www.semespacoparalamento.blogspot.com.br/2011/11/sonhos-feitos-mao-ou-na-maquina-de.html
E agradeço demais a Pepa do blog: http://www.otachodapepa.com/
que fez essa belaformosura, os detalhes são incríveis, como podem ver a Angelita (dei esse nome para ela) fez seu próprio piquenique e fez nosso piquenique mais belo e muito mais CARIDOSO!
Enfim....o mês de agosto está terminando cheinho de novidades em minha vida, uma etapa está se iniciando, e peço a Deus força e discernimento para conduzi-la no caminho da retidão, e que eu tenha sempre motivos de comemorar estar viva e que eu sempre me lembre do que tem valor pra mim.
Que eu seja leve, que eu leve a vida leve..rs
Como no ano passado tivemos a presença de uma gravidinha e ano que vem vai ter mais um bebezinho tomando solzinho conosco.
Ahhhh as gostosuras estão cada ano mais gostosas...isso é possível? Fiz cup cake de coco molhadinho coberto com brigadeiro e coco ralado fresco, tortinha de atum, cup cake salgado de calabresa, pop cake, e cookies.
Não tirei foto de cada prato, mas a Mara levou os deliciosos salduiches com peito de peru, queijo, requeijão no pãozinho fresquinho com gergelim...hummm....a Alê levou uma torta deliciosa que fez sucesso, o sanduba natural da Raquel acabou rapidinho, o bolo cremoso de fubá da Mari, um bolo de chocolate que a Dê levou a criançada amou e repetiu, além de pãozinhos de queijo, frisante branco e rosé, e os doces que nos relembraram a infância e que a criançada de hoje se deliciou, como DipLik, paçoquinha amor, guardachuvinha, e pipoca rosa...rss...levados pela minha querida Aninha Bijú...rs.
Espero não ter esquecido do prato de ninguém..rss




É isso, vamos celebrar sempre, estar presente na vida daqueles que amamos sempre, dividir, somar, ajudar, compartilhar, se divertir, que essa vida é para ser CELEBRADA!



De repente 60


Meu corpo é de "quase' quarenta por fora, mas por dentro creio que como a autora há muito mais de mim...

Belo texto, para ser lido por todas as idades. O nome da escritora é Regina de Castro Pompeu e ela diz.......... 
De forma despretensiosa, inscrevi um texto no concurso Premios Longevidade Bradesco Histórias de Vida.
Estou chegando de São Paulo, onde fui participar da premiação.
Mandaram um motorista me buscar e me trazer e fiquei num super-hotel nos Jardins, acompanhada de meu príncipe consorte rsrsrssr.
Entre quase 200 concorrentes, conquistei o 3o lugar, com direito a troféu e diploma.
Mas, sinto como se tivesse recebido o Oscar, pois os primeiros colocados foram  jovens que trabalharam por alguns anos para escrever histórias que mereciam ser contadas.
Meu texto foi o único produzido pela própria protagonista.
O tema central era o realcionamento inter-geracional.
Quase caí da cadeira quando Nicete Bruno, jurada especial me perguntou: "Você é a Regina? Queria muito conhecê-la. Adorei seu texto!!"
Tive, ainda, o privilégio de ser fotografada ao lado da convidada especial, Shirley MacLaine.
É muita emoção, que gostaria de compartilhar com vocês.
DE REPENTE 60 (ou 2x30)

Ao completar sessenta anos, lembrei do filme “De repente 30”, em que a adolescente, em seu aniversário, ansiosa por chegar logo à idade adulta, formula um desejo e se vê repentinamente com trinta anos, sem saber o que aconteceu nesse intervalo.
Meu sentimento é semelhante ao dela: perplexidade. 
Pergunto a mim mesma: onde foram parar todos esses anos? 
Ainda sou aquela menina assustada que entrou pela primeira vez na escola, aquela filha desesperada pela perda precoce da mãe; ainda sou aquela professorinha ingênua que enfrentou sua primeira turma, aquela virgem sonhadora que entrou na igreja, vestida de branco, para um casamento que durou tão pouco!Ainda sou aquela mãe aflita com a primeira febre do filho que hoje tem mais de trinta anos. 
Acho que é por isso que engordei, para caber tanta gente, é preciso espaço!
Passei batido pela tal crise dos trinta, pois estava ocupada demais lutando pela sobrevivência. 
Os quarenta foram festejados com um baile, enquanto eu ansiava pela aposentadoria na carreira do magistério, que aconteceu quatro anos depois. 
Os cinquenta me encontraram construindo uma nova vida, numa nova cidade, num novo posto de trabalho. 
Agora, aos sessenta, me pergunto onde está a velhinha que eu esperava ser nesta idade e onde se escondeu a jovem que me olhava do espelho todas as manhãs. 
Tive o privilégio de viver uma época de profundas e rápidas transformações em todas as áreas: de Elvis Presley e Sinatra a Michael Jackson, de Beatles e Rolling Stones a Madonna, de Chico e Caetano a Cazuza e Ana Carolina; dos anos de chumbo da ditadura militar às passeatas pelas diretas e empeachment do presidente a um novo país misto de decepções e esperanças; da invenção da pílula e liberação sexual ao bebê de proveta e o pesadelo da AIDS. Testemunhei a conquista dos cinco títulos mundiais do futebol brasileiro (e alguns vexames históricos). 
Nasci no ano em que a televisão chegou ao Brasil, mas minha família só conseguiu comprar um aparelho usado dez anos depois e, por meio de suas transmissões, vi a chegada do homem à lua, a queda do muro de Berlim e algumas guerras modernas. 
Passei por três reformas ortográficas e tive de aprender a nova linguagem do computador e da internet. Aprendi tanto que foi por meio desta que conheci, aos cinquenta e dois anos, meu companheiro, com quem tenho, desde então, compartilhado as aventuras do viver. 
Não me sinto diferente do que era há alguns anos, continuo tendo sonhos, projetos, faço minhas caminhadas matinais com meu cachorro Kaká, pratico ioga, me alimento e durmo bem (apesar das constantes visitas noturnas ao banheiro), gosto de cinema, música, leio muito, viajo para os lugares que um dia sonhei conhecer. 
Por dois anos não exerci qualquer atividade profissional, mas voltei a orientar trabalhos acadêmicos e a ministrar algumas disciplinas em turmas de pós-graduação, o que me fez rejuvenescer em contato com os alunos, que têm se beneficiado de minha experiência e com quem tenho aprendido muito mais que ensinado. 
Só agora comecei a precisar de óculos para perto (para longe eu uso há muitos anos) e não tinjo os cabelos, pois os brancos são tão poucos que nem se percebe (privilégio que herdei de meu pai, que só começou a ficar grisalho após os setenta anos). 
Há marcas do tempo, claro, e não somente rugas e os quilos a mais, mas também cicatrizes, testemunhas de algumas aprendizagens: a do apêndice me traz recordações do aniversário de nove anos passado no hospital; a da cesárea marca minha iniciação como mãe e a mais recente, do câncer de mama (felizmente curado), me lembra diariamente que a vida nos traz surpresas nem sempre agradáveis e que não tenho tempo a perder. 
A capacidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo diminuiu, lembro de coisas que aconteceram há mais de cinquenta anos e esqueço as panelas no fogo. 
Aliás, a memória (ou sua falta) merece um capítulo à parte: constantemente procuro determinada palavra ou quero lembrar o nome de alguém e começa a brincadeira de esconde-esconde. Tento fórmulas nemônicas, recito o alfabeto mentalmente e nada! De repente, quando a conversa já mudou de rumo ou o interlocutor já se foi, eis que surge o nome ou palavra, como que zombando de mim... 
Mas, do que é que eu estava falando mesmo? 
Ah, sim, dos meus sessenta. 
Claro que existem vantagens: pagar meia-entrada (idosos, crianças e estudantes têm essa prerrogativa, talvez porque não são considerados pessoas inteiras), atendimento prioritário em filas exclusivas, sentar sem culpa nos bancos reservados do metrô e a TPM passou a significar “Tranquilidade Pós-Menopausa”. 
Certamente o saldo é positivo, com muitas dúvidas e apenas uma certeza: tenho mais passado que futuro e vivo o presente intensamente, em minha nova condição de mulher muito sex...agenária!

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Coisas de mim - Parte UM

Topei o desafio da Manu Mitre do Blog Casa Da Id&A, um blog de arquitetura, design e decoração que assino.

Vai no post dela para você entender:

http://casadaidea.com.br/2012/08/20/52-objetos/

Toda semana, sem dia certo, quando puder irei postar um objeto explicar o motivo da escolha e falar do seu significado para mim






Essa mala ou baú foi me dado de herança pela minha avó materna.
Ela sempre ficava, pintada de um azul que lembra o da Tifanny..rs, e quando chegávamos em sua casa era lá que amontoávamos as nossas malas, no quarto de hospedes.
Lá também guardava as toalhas, panos, super cheirosos, lavados pela minha avó.
Acho que herdei dela essa coisa de cheirar tudo, de gostar de cheiro bom, ou talvez, seja o nariz enorme que herdei de algum antepassado.
Eu falei para minha avó um dia, quando ela morresse se ela poderia me dar.
E ela me deu na hora, demorou um pouco para ele vir para casa, pois é muitoooo pesado, mas assim que meu primo que tem caminhonete veio do Paraná ele trouxe para mim
Lixei, arrumei, meu pai colocou puxador, meu avô falecido já tinha dado uma reforçada no fundo e fiz uma pintura que combinava comigo na época: Bonequinhos.
Agora reformando meu quarto eu conto a minha história por meio das fotos de amigos, viagens, momentos, bagunças e diversão.
Memories of my life
É essa frase que emoldura o meu baú, o baú que minha avó trouxe há 72 anos atrás o seu enxoval, quando se mudou de Caconde para Cornélio Procópio no Paraná.
Ele foi feito por um cunhado da minha avó e presenteado por uma de suas irmãs adotivas.
Ele representa o cheiro Marcado em mim, de um passado maravilhoso na casa da minha avó.
Ele também representa um lugar de memórias, onde guardo as minhas, e onde ele tem as suas próprias.
Ele representa a minha avó, que eu amo demais, apesar das suas ranhentises, aliás que puxei dela também..rs

Não custa fazer....


Uma prática para prevenir o envelhecimento e perda de memória.
Parece fácil, certo?

Faça este exercício da cultura chinesa simples e eficaz... e verá. A essência é que seus olhos devem estar fechados quando você pratica "Jin Ji Du Li" ... preste atenção.

Eis o exercício:
Fique sobre uma só perna, com os seus olhos abertos. É só isso.

Experimente agora fechar os olhos.

Se você não for capaz de ficar em pé por pelo menos 10 segundos seguidos, significa que seu corpo se degenerou ao nível de 60 a 70 anos de idade. Em outras palavras, você pode ter apenas 40 anos de idade, mas seu corpo envelheceu muito mais rápido.

Ficar sobre um pé com os olhos abertos, é uma coisa e  fazer o mesmo com os olhos fechados ... a história é outra!

Não precisa levantar muito a perna. Se os seus órgãos internos estão fora de sincronia, mesmo levantando a perna um pouco vai fazer você perder o seu equilíbrio.

A prática frequente e regular do "Jin Ji Du Li", pode ajudar a restaurar o sentido de equilíbrio. Na verdade, os especialistas chineses sugerem que a prática diária por 1 minuto, ajuda a prevenir a demência.

Primeiramente, você pode tentar fechar os dois olhos, não completamente. Na verdade, é isso que o especialista de saúde Zhong Li Ba Ren recomenda. A prática diária de Jin Ji Du Li, pode ajudar na cura de muitas doenças, tais como:
Hipertensão; altos níveis de açúcar no sangue ou diabetes; o pescoço e doenças da coluna vertebral; também pode impedi-lo de sofrer de demência senil. Diz-se que de acordo com o entendimento de médicos chineses, a doença pode aparecer no corpo devido a problemas surgidos na coordenação entre os vários órgãos internos, o que faz com que o corpo perca o seu equilíbrio.

Jin Ji Du Li pode zerar esta interrelação dos órgãos e como eles funcionam juntos. Zhong Li Ba Ren disse que a maioria das pessoas não consegue ficar sobre um pé com os olhos fechados por 5 segundos, mas depois, praticando todos os dias, são capazes de fazer por mais de 2 minutos.

Quando você conseguir ficar mais tempo, a sensação de peso desaparece. Ao praticar Jin Ji Du Li, você vai notar que sua qualidade do sono fica melhor, a mente limpa e melhora a memória significativamente.

A coisa mais importante é que se for praticado Jin Ji Du Li
com os olhos fechados por 1 minuto todo dia, você não irá sofrer de demência senil (o que significa que o cérebro continuará saudável).

Zhong Li Ba Ren explicou que há seis meridianos principais
que passam por entre as pernas. Quando você ficar em uma perna, você sente dor devido ao exercício e, quando isso ocorre, os órgãos correspondentes a esses meridianos e suas formas começam a receber os ajustes necessários. Este método é capaz de se concentrar a consciência e canalizar o corpo até os pés.

Os efeitos benéficos da prática de Jin Ji Du Li em várias doenças como: a hipertensão, diabetes, pescoço e coluna vertebral, começarão a ser sentido rapidamente. Problemas como a gota também poderá ser prevenido.
 Cura doenças básicas como "Pés Frios" e também pode reforçar a imunidade do corpo.

Você não precisa esperar até que você tenha uma doença
para começar a praticar Jin Ji Du Li. É adequado para quase qualquer tipo de pessoa e especialmente benéfico em pessoas jovens, se praticadas diariamente, a probabilidade de adquirir problemas naturais da idade, será menor.

Não recomendado para pessoas cujas pernas são fracas e não podem ficar por longos períodos em pé. 

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Cardápio do Pic Nik by Déa Prado.

Continuo na reforminha aqui de casa.... e espero ter dicas quentes em breve para dar à vocês..rss

E também criando várias coisinhas para o Pic Nik de comemoração de sete aninhos de vida nova.

Vai ter:

Bolinho de atum...se der certo né genti, que você encontra aqui: http://br.msn.recepedia.com/pais/receita/bolinho-salgado-de-atum

Vou tentar fazer um "Cup Cake" salgado, das várias receitinhas que tenho aqui, e que provavelmente será de calabresa, que adoro, e que por falta da Jujuba que está saçaricando pela Itália e não vai poder nos prestigiar com o pão maravilhoso da "padoca" perto de sua casa.

Também vai ter o Cup Cake que fiz para a inauguração do Bar Quintal da minha amiga Dani, assim todo mundo que não foi mata a vontade.
O bolinho nesse caso é de coco, levemente molhadinho, com cobertura de brigadeiro e coco ralado fresco...

Vou tentar fazer também uns Pop Cakes se der.....para enfeitar

Infelizmente não vou ter a ajuda de mamys esse ano, por conta de seu ombrinho, e sentiremos falta da empada com ricota, dos pãezinhos caseiros, enfim, da sua mão boa para sovar...eu sinceramente não tenho muito o dom não....essa parte é sempre com ela...

E uma lembrancinha comestível que testarei alguns dias antes para ver se eu consigo...rs!

Huuummmmmm

Já angariei cestas fofas e sustentáveis para acomodar as gostosuras....

Em tempos estou de dieta...afffff.....e ela deveria acabar no dia 26, mas já decretei que no dia 25, dia do pic nik eu mereço comer todas as gostosuras que todo mundo leva com tanto carinho, por que, nesse dia é dia de FESTA!

Estou contando os dias para ver o clima tempo, ver se vai ter sol e me esbaldar na grama com vocês....

Delícia!!!





sábado, 11 de agosto de 2012

Há pedras no meu caminho e eu bendigo todas.

Amanhã é Dia dos Pais...
E pra quem tem uma peça rara como o que eu tenho em casa...as histórias, os desencontros, os resmungos são muitos.
Mas semana passada meu papito passou mal, com uma dor nas costas que ia para frente, urina ficou marronzinha e desconfiamos que seria uma crise renal.
Mas nem arrastado ele vai no médico.
Só quando grito, e foi assim que na segunda, quase terça, ele se levantou passando mal com dor e vomitando.
Na hora que me viu ele já balbuciou que estava passando a dor.
Eu gritei:
"Mesmo que esteja nós vamos para o PS.
Coloca a roupa"
Meu humor não era o dos melhores, imagine, afinal teve sábado, domingo, segunda o dia inteiro para ir ao Pronto Socorro, mas é só quando a coisa aperta e eu grito que ele se entrega.
Bom lá fomos nós, ele queria ir no mais perto, ficava repetindo que já estava passando.
Mas...
Seguimos em frente.
Lá no hospital a dor aumentou....
Daí fiquei com dó, por que, será que a gente se compadece tanto quando alguém está sentindo dor?
É a fragilidade, a entrega, o desejo no olho da pessoa, naquele momento, às vezes só nesse, de que a vida é boa demais, perfeita até, quando se tem saúde.
A felicidade meus caros é não sentir dor.
É estar pleno para viver todas as emoções, as boas ou ruins, por que, com saúde a gente levanta e enfrenta, mas sem, a gente se entrega a sabedoria de que não controlamos nada, não temos nada, não sabemos nada.
Somos um grãozinho de areia nessa vastidão, indo e vindo, sonhando e buscando "coisas", quando na verdade não precisamos de nada que não seja abrir os olhos e viver.
Depois de longas horas, entre, consulta com o médico, medicação e nova consulta para pegar a receita, o médico nos acalmou dizendo que era uma crise renal, provavelmente, por conta de uma pedra que estava se movimentando no canal da uretra, que ela poderia ser expelida ou não, e que geralmente demora uma semana com dor, mesmo com a medicação forte.
Perguntei se não era necessário fazer um ultrassom para ver se a pedra não estava obstruindo o canal, mas o médico me disse que não era necessário alarde.
Deu a medicação, mandou continuar o acompanhamento com o Clinico Geral e disse que qualquer coisa era só voltar para tomar uma nova dose na veia se a dor fosse grande.
Depois de medicado meu pai melhorou um pouco, apesar das fisgadas e seguimos para casa.
Eu mais calma com ele.
Ele totalmente obediente e sensato em tomar mais água, não fumar, não beber...rsss.
Um verdadeiro novo homem, pelo menos concordante com todo o sermão que passei à ele...rsss
Ao chegarmos em casa às quatro da manhã, de terça, sigo para meu quarto e ele para o dele, minha mãe pergunta o que o médico falou.
Escuto meu pai dizer:
- Ahh o médico disse que, sei lá, pedra na vesícula.
Rssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssss
Gritei:
Tá louco pai!
É um crise renal, uma pedra no rim.
Fechei a porta do meu quarto, morrendo de rir e tomando consciência de que esse é meu pai, o cara totalmente resmungão, chato, que não escuta, do contra, mão de vaca, humilde e simples, praticamente uma criança que a gente tem que guiar pelos caminhos da vida.
Amo meu pai desse jeitinho doido e espero ter mais paciência durante sua velhice, mas que ele viva comigo, mesmo me tirando do sério, por muitos mais anos.
(em tempos o órgão VESÍCULA nem foi citado pelo médico e às 10h00 da terça o coitado expeliu sua primeira pedra do RIM).

E para os que vão dizer que precisamos rezar, pois, a coisa tá feia aqui em casa, nem tomo nota..rs.

Acredito que tudo que tem acontecido é permitido por Deus e por nós mesmo, pela energia que captamos.

Com certeza tudo que tem acontecido tem sido um aprendizado maravilhoso para mim de diversas formas.

Inveja, energia negativa, desejo de ter algo que não temos, são falhas humanas presentes em maior ou menor escala, que nos atinge de tempos em tempos, dependendo do quanto estamos preparados e energizados para lidar com elas.

Ás vezes somos atingidos (por que baixamos nossa guarda espiritual).

Às vezes somos os desejosos (por que nos deixamos levar pela ilusão material ou de sentimentos).

Em ambas as vezes somos só nós os responsáveis, os donos de nosso vida e alma.

Quanto a doença de desejar o mal ao próximo, creio e espero que aqueles que nos cercam já consigam controlar essa energia devastadora e extremamente negativa que só faz mal aqueles que a canalizam.

Desta forma aceito os percalços e provas pelo quais estamos passando e foco nas coisas boas que essas experiências nos trazem.

Bendito seja a chance de mudar, de aprender, de superar, de aceitar.


quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Dia do agradecimento

Ontem foi dia do agradecimento....

Nem sei por que me deu a louca e saí para comprar alguns presentinhos para mim...Rsss

Tomei sorvete... me mimei um pouco!

Mas ainda falta a parte importante desse dia que é comemorar estar viva, comemorar tudo que tenho, as pessoas que me amam do jeito torto que sou, as muitas oportunidades...

E ainda falta a última distribuição do livrinho no Hospital Alvorada onde tudo começou.

Infelizmente não tenho muitos mais exemplares, espero que os amigos próximos, queridos, tenham recebido o seu, por que, no sábado ou domingo essa história termina, a distribuição chega ao fim.

Foi uma longa caminhada, sete anos se passaram, e dizem que de sete em sete anos a energia muda...rs.

Então, que venha sete anos de novos aprendizados, de preferência (se eu puder pedir!?), um pouco mais leves do que foram esses sete que passaram.

E como todos sabem a comemoração é com o picnik dia 25 de agosto, um sábado, de sol (esperamos) e muitos beijos e abraços, comidinhas, e muita luz...

Obrigada a Deus por ter me permitido voltar, obrigada a todos que pediram por isso, obrigada a meus pais que me puxaram de volta, a todos os amigos que me fizeram querer voltar, aos médicos, enfermeiros, fisioterapeutas que me colocaram de pé novamente, obrigada a minha família em especial a Tia Sandra que me deram a mão quando eu não conseguia mais seguir em frente, obrigada a todos que comentam sobre mim, sobre a minha história, sobre o livrinho, obrigada a meus sobrinhos que me fizeram sorrir de novo.

Obrigada...obrigada...obrigada!!!

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Fragmentos de amor


preciso te dar uma abraco , para agradecer o carinho por ter me mandado seu livro que foi uma bencao pra mim...

Ê laiá... Não era a toa mesmo que eu precisava ler esse livro agora. Me desprender de medos que sempre me acompanham, principalmente de mudanças... Déia, que a sua história de vida é de inspirar qualquer um, eu já sabia e peguei 1% disso naquela época, mas 'ver' a situação dos bastidores é realmente indescritível. Sua percepção e radar da essência do ser humano, DE ser humano é tão profunda que é tocante amore. PARABÉNS pela luta, pelos aprendizados, pelas trocas, pela vitória, pelas re-vitórias, pela recepção das novas Andreas que foram surgindo com o passar das pedras no caminho... Tua história de vida, teu depoimento (como tu chama) é na verdade uma lição. Como tu mesma disse, para quem desconhece essa dor, pode servir de alguma ajuda... E Serve! Serve para ver que precisamos respirar mais de verdade, olhar mais de verdade, ouvir mais de verdade, sorrir e chorar mais de verdade... Precisamos sair do piloto automático e viver enquanto estamos vivos! MUITO obrigada por enviar seu livro amore!!! Veio mais do que na hora certa!!! Te adoro!!! Muitos beijos!!! Um brinde à vida que é boa demais! :)

Déa, o livro chegou hoje e estou aos prantos!!! Peguei ele bem cedinho e o devorei! Que lição linda vida, cheia de amor, superação, luz e muito carinho! E que família maravilhosa... estou emocionada e muito grata por esse presente maravilhoso. Ao terminar de ler fiquei pensativa e comecei a rever algumas posturas que agora parecem tão mesquinhas. Obrigada, obrigada e obrigada... já anotei a data do agradecimento na minha agenda pois a partir de hoje tenho muito a te agradecer.
Obrigada por ser tão linda e ter me enviando esse "abre olhos"!
Ai, que vontade de te dar um abração e passar uma tarde comendo docinho e conversando muito!
Bom final de semana!
Bjks cheias de alegria,
S

domingo, 5 de agosto de 2012

Me diga como fala e te ouvirei como eu quero.

Bia e Rafa aqui em casa em quanto sua mãe cuida da mãe dela que operou do coração...mas já passa bem, graças a Deus...

Bia me chama toda hora para pedir diversas coisas...

Desta vez ela chega esbaforida e já cansada do dia longo:

Titia...aonde tá o toco?

Eu sem entender...

O que Bia?

Ela esperneia contrariada de eu não ter entendido...

O toco?

Não sei o que é isso Bia! Soco...toco....

Depois de várias tentativas ela falando eu não entendendo, e diversas tentativas pedindo para ela me mostrar onde fica aqui em casa, dela pegar a calculadora e dizer isso é um toco..rss, e de mesmo assim não entender o que ela está procurando e sem solução de um entendimento.

Ela já cansada se joga no sofá...resmunga e saí contrariada.

A chamo de volta, sento ela na minha frente e digo:

Bia, eu não escuto direito, você não está falando direito, mas você precisa ter paciência comigo, e não pode desistir, tem que me falar até que eu entenda o que está falando.

Ela diz: É eu sei, minha mãe me leva para a fono, eu não sei falar algumas coisas direito.

Ela para, pensa, pega um papel e diz:

Melhor escrever....e de lá saí a seguinte palavra:

JOGO

E assim, com a sobrinha inteligente, e a Titia que aprende uma nova forma de se comunicar diante das dificuldades da vida, resolvemos o nosso problema.

Pego para ela o joguinho que ela queria, e ambas aprendemos a lição.