quinta-feira, 30 de maio de 2013

O dia que corri em Paris.

A pessoa lembra na véspera do feriado que acha que tem um exame para fazer...
Corre pega a agenda às 23h00 e vê que realmente não vai poder dormir até tarde no dia seguinte.
Cogita desmarcar, mas a essa hora o laboratório não funciona para loucas e confusas (não) pacientes.
Para desmarcar no dia seguinte vai ter que colocar o despertador do mesmo jeito, para ligar.
Certinha como é não cogita não ir e deixar marcado, falta de respeito isso.
Se conforma então!!!!
Dorme aquele sono perturbado de quem coloca o despertador e tem que acordar para fazer um exame que odeia num feriado friento em que ela só queria dormir sem ser despertada.
Acordar naturalmente, quando seu corpo, seu sono, seu descanso mandar.
Acorda com o despertador tocando e xinga sonolenta pensando de onde vem esse barulho infernal, daí lembra da porra do exame.
Dorme mais cinco minutinhos que viram vinte e quando finalmente levanta, está atrasada.
Liga o computador e lê as instruções para o exame, lá fala para levar chinelo, toalha, objetos pessoais...
Epa peraí, quem disse que eu vou ficar internada, ou ter que tomar banho lá...tão loucos.
Não lembro exatamente como foi da última vez, lembro da esteira, do bagulhos colados no meu peito.
Pergunto e imagino junto com minha mãe, que me diz que nunca fez esse exame, por isso não pode me ajudar, que essas coisas sejam pra quem soa muito e precisa trocar de roupa, ir trabalhar
Relouuuuuu
Mas hoje é FERIADO!
Visto o top, a calça de ginástica, o tênis....não posso tomar café...e como meu pão seco mesmo.
Sigo para o laboratório, vamos acabar logo com essa meleca.
A atendente me diz que não sabe se vou conseguir fazer...
Penso: Que seja, são os astros dizendo que não preciso fazer!
Ela me manda correr e ir para a sala de exame e ver se consigo que o médico me atenda.
Maldito cinco minutinhos.
Desço e a enfermeira me espera, sigo para a sala de preparação (hannnn????) ela me manda tirar a blusa e ficar de top...
Meu pesadelo toma forma...
O top fede a mofo...eu olho pro teto e meus olhos dão 360 graus....
Ela passa álcool e eu espero que o fedor do mofo suma.
Espero que eu não tenha que desfilar minha barriguinha saliente pela sala de espera...
Ela lê meus pensamentos e diz:
Tem que ficar assim na sala de exame. (jesuis)
Eu penso...tomara que o médico não seja gato.
Ela manda eu colocar a blusa para irmos para a sala de exame.
Suspiro e falo
Ufa ainda bem que não temos que desfilar a banha por aí.
Entro na sala e adivinhem
O destino leu meu pensamento.
O médico é novo, gato, e lembra meu primeiro amor...
Pronto coração já bate a mil.
Deito, ela liga os cabos, ele faz as perguntas, falo sobre a cortisona que tomo (essa banha tem explicação doutor..rs), e toda vez que ele vem medir a pressão espero que ele não sinta o cheiro de mofo do top.
Daí lembro que não fiz depilação (cacete!!!) e o braço deve ter alguns pelinhos (maldito frio...rs), subo na esteira de top mofado, com as banhinhas de fora saltitantes e começa o teste ergométrico.
Eu só penso:
Não caí Andrea, não vai passar esse mico...
E começo a me imaginar andando em Paris....

Isso agora aumenta o passo, você quer chegar a tempo no museu...kakakaka!
O lindo...pergunta se estou bem (?)
Deve ser por conta das minhas caretas assombrosas por conta dos meus pensamentos abundantemente malucos.
Tô ótima Dr. estou correndo com top mofado, sem fazer depilação, suando, com a barriga de fora (nem quando era magra eu usava barriga de fora) na capital mundial da moda...tô ótima....
Até que chega a hora de correr mesmo...estou cansada e não consigo, e frustradamente, peço para parar o exame.
Tá bom por hoje Dr. Gato de micos.

domingo, 26 de maio de 2013

Keep calm and....faça você mesmo

Eu tinha um problema....como várias pessoas também tem.

A bendita caixa da luz que geralmente fica na sala da gente...



Queimando o filme da decoração e graças a Deus não queimando a luz!!!

Esse é o cantinho do violão do meu pai, compramos um suporte para ele, colocamos um quadro atrás no chão para da um charme e precisava de alguma coisa para esconder a caixa da luz, pensei num adesivo, num quadro com a letra P da família PRADO e outras coisinhas, mas no final decidi copiar essa ideia que vi no Facebook, numa das páginas que sigo de reciclagem ou decoração (eu procurei depois para citar aqui de onde copiei, mas não achei mais, afff o Face deveria ter uma pasta de arquivamento tipo favoritos - se alguém lembrar de onde é me avisa que eu dou os devidos créditos).

A foto inspiração era essa que guardei nas minhas dicas de ideias:


Eu tenho a leve impressão que foi desta página aqui que eu amo, se não foi sorry, vale a visita:


A pessoa falava que só era necessário uma tela, letras em mdf ou eva, tinta branca.

Bom comprei a tela na Sacaria Ouro Branco, pessoalmente, mas segue o site:
 http://www.sacariaourobranco.com.br/octopus/?sid=37&gclid=CM6Zj_vRtLcCFU8V7AodJGsA5g

Mas tem outros vários lugares que tem, paguei R$ 11,00. (Tamanho 50 x 60). Tem vários tamanhos.

As letrinhas eu comprei na 25, numa mistura doida em vários lugares, infelizmente ou felizmente não achei a mesma letra do tamanho que queria (aprox. 6 cm) no mesmo lugar.
Comprei no:
Artesanato 22 - http://www.artesanato22.com.br/octopus/?sid=74
Algumas no quinto andar da Rua Basilio Jafet número 127.
Algumas do segundo ao quinto andar também da Basilio Jafet número 38 (?) (preciso ir lá e anotar novamente, mas é em frente a banca, é um prédio todinho de caixas e objetos de madeira).

Tinta, rolinho, pincel.

E agora o cantinho do violão esconde a caixa da luz, com charme e o desejo que fiquemos calmos e toquemos um som....



sábado, 25 de maio de 2013

Objetos que me representam - Parte Vinte e seis

E o objeto da vez é:




Minha Lambreta...rs

Por que: Eu sonho em ter uma lambreta de verdade, amo a Itália (por isso que escolhi como primeiro pais a ser visitado por mim), e como não posso ter uma na minha garagem....

Onde:  Que seja esse enfeitinho no meu rack da sala de visitas...rs

Para saber mais sobre essa séria de postagens e ver os demais objetos que me representam é só ir no link:
http://www.semespacoparalamento.blogspot.com.br/2013/05/objetos-que-me-representam-parte-vinte_1511.html

Ou no marcador: Objetos que me representam.

Objetos que me representam - Parte Vinte e cinco


E o objeto da vez é:


Essa fonte de espada de São Jorge.

Por que: Eu ganhei de um casal de amigos muito queridosssss. O Marquito que fez para mim com todo o carinho, quando eu estava doente, ele disse que tinha feito com espada de São Jorge para minha proteção. Adoro o barulhinho, adoro a cor (azul), e adoro o carinho, e adoro ainda mais meus amigos terem feito uma coisa tipo Comigo ninguém pode..rsss, para me proteger das energias negativas que infelizmente nesse momento, oito anos atrás rodavam meu coração.

Onde: No vão que tem na escada, em baixo de uma janela de vidro enorme no corredor da escada.

Para saber mais sobre essa séria de postagens e ver os demais objetos que me representam é só ir no link:
http://www.semespacoparalamento.blogspot.com.br/2013/05/objetos-que-me-representam-parte-vinte_25.html

Ou no marcador: Objetos que me representam.

Objetos que me representam - Parte vinte quatro

E o objeto da vez é:









É o Elvis (ursinho) e o Augusto (Ilhama) 

Por que: Foram presentes de duas amigas que trouxeram dos paises em que estiveram, Elvis veio da Suiça e Augusto do chile.

Onde: No armarinho do meu quarto, junto com perfumes e maquiagens, mas quando o carro novo chegar é para lá que eles vão.

Para saber mais sobre essa séria de postagens e ver os demais objetos que me representam é só ir no link:
http://semespacoparalamento.blogspot.com.br/2013/05/objetos-que-me-representam-parte-vinte.html


Ou no marcador: Objetos que me representam.

Objetos que me representam - Parte Vinte e três.

E o objeto da vez é:






Esse elefantinho de madeira (desdentado...rs)

Por que: Foi o primeiro e único presente que ganhamos para a casa nova. Antes de construirmos nossa tão sonhada casa (antes morávamos de aluguel), o chefe do meu irmão, nos presenteou com esse enfeite para a casa nova. Ele já esteve em vários lugares da casa e sempre com a bunda para fora para não faltar dinheiro e fartura, e embora ele tenha perdido os dentes (madeirinha), não consigo me desfazer dele, ele sempre terá um lugar aqui, na casa que hoje é velha, mas que foi tão sonhada pelos meus pais.

Onde: Na estante do quartinho de hospedes/Escritório.
http://www.semespacoparalamento.blogspot.com.br/2013/04/objetos-que-me-representam-parte-vinte_27.html

Ou no marcador: Objetos que me representam.

domingo, 19 de maio de 2013

Quem é Elena?



"Se as pessoas somente reflexos meus próprios são, o que vejo?" [Fragmento dos diários de Elena]

O que eu vejo?


Ontem assisti Elena, o documentário da diretora e irmã da por assim dizer protagonista do filme Petra Costa.

Como tantos outros que o assistiram e comentaram a respeito, com muito mais embaçamento que eu, saí do cinema mexida, comovida, em dúvida, sufocada, submergida em tantos temas, meus, de Elena, de Petra, da sua e da minha mãe, do mundo e de sua contante ilusão.

Tentando entender esses vários temas e tantos outros, saí triste e feliz de poder ser tocada.

De me permitir ser tocada pela dor e pelo amor.

Claro que tem os temas que tocam a todos que assistem, a perda, as escolhas que fazemos, a nossa solidão mesmo que estejamos cercados de amor e todas as condições físicas e emocionais, mas mesmo esses temas universais, são pessoais, por que, são embalados por nossas vivências, nossa interpretação.


Uma cena em especial, a cena quase final da mãe e da Petra e depois de várias mulheres na água, fizeram emergir em mim uma vivência esquecida, do meu coma, em que tive que me segurar para não soluçar!!!

É como a Petra diz numas das cenas....que as lembranças vão sendo esquecidas...até que....
Uma frase, um sorriso, um cheiro, uma cena no cinema...
Na verdade você não sabe onde se encontra o perigo.
E o perigo para mim estava ontem no cinema, naquela tema grandona, nessa cena e vi tudo voltar.
A interpretação da Petra com certeza é bem diferente da minha, mas de alguma forma estão conectadas.
Nem ela (?) ou eu podemos explicar, está dentro de nós, cravado em nossa alma.
Foi para mim uma cartasse, saber que mesmo talvez diferente, alguém tenha colocado ali, naquela tela grande, numa cena linda fotograficamente, sensorial, o lugar em que REALMENTE PARA MIM eu estive.
E volto lá, com as mesmas sensações e mesmo triste eu saboreio o momento de conexão e me deixo levar pela água, afogar meu pranto, e apesar do desespero deixar fluir, calmamente no tempo certo. 

Eu na água, com várias almas, estamos vivos ou mortos, estamos presos lá ou podemos ir para a margem, é frio, solitário, calmo, assustador, quem são essas almas, eu as conheço, estou em paz, estou sendo preparada, há luz, ou escuridão, sou eu ou meus vários eus, sou protegida ou ameaçada, estou nascendo ou voltando...quem decide isso? E quando?

Não vou falar do filme, belíssimo que vale ser visto e vivenciado por cada pessoa, com sua interpretação própria, baseada em suas vivencias, é para ser visto por quem tem coração como disse a Júlia Lemmertz. 






Muitas questões são levantadas:
Qual o limite da dor?
Por que alguém sai da dor mais forte e outros não conseguem?
A culpa de quem fica - A cena que a mãe diz: Ela chorou de soluçar e eu não fui lá?
Quem será a nossa lembrança inconsolável? (Até que ponto alguém fica para sempre em nosso coração)
Quais serão as lembranças que carregarão de nós? Do que fazemos?
Quem são todas essas pessoas que me rodeiam, essa ilusão, sou iludida, vivendo uma especie de Matrix, ou consigo colocar a cabeça para fora?
Eu me aceito como sou? Eu aceito os nãos da vida?
Sou forte ou fraca? 
Me entrego ou luto?
O que é a felicidade de verdade?
Como fazemos para tê-la e mantê-la dentro de nós?
Descobrir quem somos, o que queremos e bancarmos para ser! (Eu sou assim diz Elena).
Aprender a dançar com a lua, com nossos sonhos, com nosso medos, com a nossa vida.
Respeitar (e sofrer com isso) e entender que cada ser está em um grau de evolução.
Estar atento a dor alheia, oferecer colo, ouvido, compartilhar, ter compaixão e entender que nada disso talvez seja suficiente.
Se resignar com a solidão, com as dores, com a perda.
Saber que amar muito é deixar ir, é precisar ir.

Elena embora linda, impactante, corajosa, era triste, como sua mãe, como a minha, como você e eu.


Eu também me senti assim a vida toda, tem uma melancolia aqui dentro do meu peito, (discutida em exaustão na terapia), que se intensificou ou diluiu após a minha perda pessoal inconsolável

Ainda não sei, acho que ainda sou emoção, dessas que transbordam, sou dramática, mas acho que por conta da fé que sempre existiu em mim, me faço forte, renasço das cinzas, da cara a cara com a morte, da fraqueza física, do desconstituir uma vida toda, do desmontar de quem eu acreditava que eu era, do desmontar do meu corpo, do remontar a minha alma, da visão forte que eu vou moldando para ficar fraca das perdas que visualizo todos dias, perdas físicas, que transformam em dores emocionais.
Eu sou como a Petra, tenho que questionar, entender, sangrar, esmiuçar, discutir, partir, caber dentro do peito, fazer caber, demore o tempo que demorar.
Talvez se não tivesse essa fé, e acreditasse com todas as forças que da luta não posso me retirar, por que, isso não existe (não existe folga ou descanso na eternidade) por acreditar nisso tudo foi e é que não me entrego como fez Elena. (ao meu ver)
Obvio que não conheço Elena e nunca saberei dizer se ela a tinha (a fé) ou se isso pudesse salvá-la, só digo sobre mim, e não tenho dúvida disso.
A fé, confiar (tema da palestra hoje no centro), me faz seguir adiante, mesmo que carregue essa dor tão grande, mesmo que me sinta tão só como Elena, mesmo que os medos quase não me deixem mais dançar.


Fotos extraidas da página de Facebook do Filme Elena, curta você também aqui:https://www.facebook.com/Elenafilme

Rezo por Elena, para que ela continue sua jornada, aqui, lá, e seja forte para cumprir seu destino.

Obrigada Mone por me acompanhar ao invés de ir ver o Massacre da Serra Elétrica e me aguentar desabar e desabafar!!




quinta-feira, 16 de maio de 2013

Prevenir É melhor que remediar

Num sábado qualquer, no único dia da semana que me resta para correr atrás de resolver coisas da minha vida que não consigo resolver nos dias de semana.
Estou eu lá no Hospital dos Rins, numa maratona para fazer exames de controle do transplante, que meu plano de saúde só autoriza se for urgente...(Sim riam....onde está a prevenção....sim por que Medial minha querida, não pretendo mais ser internada de urgência, ir parar numa UTI, ficar em coma, por vários motivos claro, mas um deles era não me cuidar e fazer exames PREVENTIVOS da minha doença hereditária).
Como os exames já estavam agendados, tive que passar no PS para que a médica pedisse esses exames no pronto atendimento...
É uma burocracia bem esquisita essa dos planos de saúde.
Economia burra é a que mais encarece a vida.
E não era tomografia computadorizada, ou algo assim, era um simples ultrassom de abdome total e um RX do Tórax...
Mas enfim...estou lá revivendo vários momentos, exercitando minha paciência com a Medial, e sentindo várias emoções diferentes....
Ouvindo pacientes da diálise, sofrendo com eles, crianças deformadas pela doença, gente se preparando para transplantar...um mix de emoções quando o moço do RX veio me buscar para fazer o exame...
Quando me viu:
Veio me abraçando e dizendo:
- Como você está ótima Andrea...nem te reconheci.
Meio hora de papo depois com o moço das madrugadas frias que me colocava de pé na máquina e falava sempre:
- Vai ser rápido eu prometo!
Saí do RX me despedindo do meu amigo, com um abraço apertado e o desejo de que os exames sejam sempre de controle, PREVENTIVOS viu Medial Saúde e não de URGÊNCIA/PRONTO ATENDIMENTO, esse com certeza é o desejo do meu amigo do RX, meu, da minha família e amigos.
Estou lá saindo, pegando o elevador quando...como última emoção do dia....surge meu querido Dr. Medina.
Esse médico lindo, o papa, que me salvou de tantas coisas.
Eles sempre está lá no Hospital, de dia, de noite, de madrugada, nos quartos, na UTI, no RX, ele brota, aparece, sorri, resolve, conforta.
O médico da prevenção, da caridade, que muitos temem, ficam embaraçados, constrangidos como eu nas primeiras vezes, por que, agora eu sou sua paciente, ele sempre me cumprimenta  abraça, beija e me olha sempre como se eu fosse um milagre, como muitas vezes ele me disse.
Ele me pergunta:
- Está tudo bem?
Sim dr...está tudo bem...exames de rotina..
Ah bom!
E desaparece pelas muitas portas....com seu (talvez) novo milagre.


domingo, 5 de maio de 2013

Fragmentos de Amor - Comentários sobre o Livrinho Aprendendo a Viver.





preciso te dar uma abraco , para agradecer o carinho por ter me mandado seu livro que foi uma bencao pra mim...


Ê laiá... Não era a toa mesmo que eu precisava ler esse livro agora. Me desprender de medos que sempre me acompanham, principalmente de mudanças... Déia, que a sua história de vida é de inspirar qualquer um, eu já sabia e peguei 1% disso naquela época, mas 'ver' a situação dos bastidores é realmente indescritível. Sua percepção e radar da essência do ser humano, DE ser humano é tão profunda que é tocante amore. PARABÉNS pela luta, pelos aprendizados, pelas trocas, pela vitória, pelas re-vitórias, pela recepção das novas Andreas que foram surgindo com o passar das pedras no caminho... Tua história de vida, teu depoimento (como tu chama) é na verdade uma lição. Como tu mesma disse, para quem desconhece essa dor, pode servir de alguma ajuda... E Serve! Serve para ver que precisamos respirar mais de verdade, olhar mais de verdade, ouvir mais de verdade, sorrir e chorar mais de verdade... Precisamos sair do piloto automático e viver enquanto estamos vivos! MUITO obrigada por enviar seu livro amore!!! Veio mais do que na hora certa!!! Te adoro!!! Muitos beijos!!! Um brinde à vida que é boa demais! :)



Déa, o livro chegou hoje e estou aos prantos!!! Peguei ele bem cedinho e o devorei! Que lição linda vida, cheia de amor, superação, luz e muito carinho! E que família maravilhosa... estou emocionada e muito grata por esse presente maravilhoso. Ao terminar de ler fiquei pensativa e comecei a rever algumas posturas que agora parecem tão mesquinhas. Obrigada, obrigada e obrigada... já anotei a data do agradecimento na minha agenda pois a partir de hoje tenho muito a te agradecer.

Obrigada por ser tão linda e ter me enviando esse "abre olhos"!

Ai, que vontade de te dar um abração e passar uma tarde comendo docinho e conversando muito!Bom final de semana!Bjks cheias de alegria,

Seu livrinho é lindo e grandioso, faz refletir, faz chorar e toca o coração e a alma.Obrigada por dividir sua vida comigo, acredito que venceu tudo isso por um único motivo, pela vontade de viver e por acreditar em você.Muitas vezes me senti perdida e me ajeitei no decorrer da vida, ainda ando me ajustando, mas nada comparado ao que você viveu e a lição de perseverança que acrescentou na minha vida com a sua história, você é sim uma pessoa diferente não por que sofreu e sim porque decidiu viver da melhor maneira, vc teve uma força muito profunda em querer se levantar, vibrei com cada página do livro e pude ver o quanto sua família é unida, sou muito apegada com a minha mãe e minha família e fiz questão que ela lesse o seu livro por isso ainda não devolvi.Você seria uma ótima escritora ou jornalista, suas palavras e descrições são tão claras que consegui te ver, mas não fiquei triste apesar de ser uma história triste a superação é maior que a tristeza.Amei, sua história é linda! Vamos marcar um almoço em algum lugar legal, aqui na engenheiro tem algumas opções, vou adorar conversar, aqui a gente corre tanto que não sobra muito tempo.Um beijo




Frases inocentes de passado (adeus) e futuro (até breve).

E no Paraná para o velório e enterro da minha Tia Avó...

Minha prima contou para minha mãe que ao chegar em casa sua filha, Maria Clara, perguntou para ela:

_ A Deia chorou??????

Passamos o dia juntas, e a tarde toda ela desesperada para ir para casa, tomar banho...

Sem entendermos direito.

Até que a minha prima lembrou que era aniversário da amiguinha, saem as duas correndo para tomar banho e ir para a festa.

Fomos jantar fora e ai meu acompanhante foi o João Henrique (irmão da Maria), com sua carinha mais fofa e educada que vi. Me ajudando a escolher bem bem bem distante...rss... futuro carro novo...Compra esse tia, é lindo, ou esse...ou aquele...Eu perdida que sou nem sei de qual se trata, mas prometi pesquisar com carinho...rs...



Maria não voltou da festa a tempo de nos despedirmos.

Daí a minha prima me contou no outro dia pelo telefone que ela acordou e perguntou assim:

- Você acordou para despedir da Deia?

A mãe dela disse que não, que já tinha se despedido de mim ontem.

- E quando ela volta?


Rsss...em breve Maria eu volto para a gente brincar, passear, se divertir...e continuo te esperando aqui para aprontarmos todas junto com a Bibi e o Rafa.

Sempre que pergunto pra ela:

- E quando você vai lá em casa?

Ela mira esses olhos verdes/azulados mais lindos e encara sua mãe...rsss