domingo, 28 de julho de 2013

O que não te mata te torna mais forte.

Chegou Julho e com ele vem torbulhentas emoções.
Vem na lembrança momento tão dolorosos, momentos que passei que nem eu acredito que passei...que passou.
E sim passou, mas não foi embora.
Daí vem chegando a...gosto....e com ele também vem outro emaranhado de emoções...
Se Julho me sufoca, agosto me salva, me empurra, me faz submergir de um sono profundo e torturante.
Sim Agosto é o mês de agradecer...
Quem eu fui, quem eu sou, e quem eu virei a ser por conta de tudo que fui e que sou.

Ufaaaaa!

Volto a respirar sozinha, a me mover lentamente, a caminhar com passos meus, a enxergar tantas coisas, e mais perceber, sentir, volto a me alimentar de sonhos, de vida, de doçura, escuto o que importa, e se não ouço eu sinto, as marcas me lembram que é preciso seguir em frente e também me lembram da minha coragem e determinação.

Eu volto!

E comemoro estar viva, apesar de tudo.

E daí você vem comigo, uma porção de amigos, velhos, novos, conhecidos, simpatizantes...rs

E o piquenique toma forma mais um ano, penso nos detalhes, e tudo vai se formando, os biscoitos, as fitas, o laço os ingredientes.
É preciso saber viver, e é preciso comemorar estar APRENDENDO A VIVER a aceitar coisas que só eu e minha mãe sabemos e vivermos no fundo de nossas almas.Não importa o que eu escrevi no livrinho ele é só uma pincelada, uma noção do que passamos, eu e minha mãe, mas isso não importa, não no mês de agosto, no mês de julho sim, mas graças a Deus ele está acabando. Eu conto os dias...





sábado, 13 de julho de 2013

Quero sentir a altura do abismo...pra eu poder subir depois do perigo.

Faz tempo que estou pensando em fazer esse post, mas como tudo na minha vida eu espero ser o mais sincera possível e pra isso preciso expôr sentimentos meus que apesar de teoricamente eu ter em mente exatamente como deveria me sentir e agir, minhas atitudes andam lentamente contrarias em relação a minha mente, e meu coração faz a ponte entre entender e sentir.
Quase todo mundo sabe que fiquei doente, tive sequelas que ainda luto para superar.
Estou melhor nesse oito anos que se passaram, mas ainda muito longe do que eu sonho em chegar.
E talvez eu nunca chegue nesse patamar maravilhoso de ser quem eu era, sem ser quem eu era.
Falta pedaços importantes em mim, fisicamente e espiritualmente e embora eu goste muito de quem sou hoje, me corta o coração saber por tudo que precisei passar para vislumbrar a vida tão calmamente como agora.
Ainda não sigo totalmente meu coração, por que, apesar do que eu penso, o que eu sinto me confunde.
É a certeza de que o que importa é minha alma, meu coração, mas a vaidade, os quilos a mais por conta da medicação, o papinho da cortisona diária, as cicatrizes, a perda da audição, a falta dos dedos do pé, ainda me tomam de supetão.
Sim eu quero não me importar, sim eu quero pensar que tudo isso pouco importa, que o amor incondicional não vê nada disso, mas aqui nesse mundo e ainda dentro de mim esses sentimentos ainda vivem.
E embora eu tenha tido experiências espirituais fortíssimas em que eu realmente soube que nada disso tem importância, quanto mais o tempo passa, mais essas sensações vão se tornando lembranças e eu me vejo reconstruindo muros, buscando aparências, roupas, sapatos, cremes, e procedimentos que me livrassem dessa feiura, não me levem a mal, somos espíritos em um corpo físico que precisa ser cuidado e amado o que estou falando aqui é da vaidade, de permitir que esses "defeitos" nos impeçam de fazer as coisas.
De me sentir menor por isso, quando eu devia me sentir uma gigante, não melhor que ninguém, mas extremamente forte, por ter passado por tudo que passei.
Lembro quando me sinto pequenina do Dr. David Uip (infectologista) com os olhos arregalados me olhando e dizendo:
Primeiramente quero te dizer que você deve ser uma mulher muito forte, tanto fisicamente como psicologicamente...!!!
Confesso que quando vejo um corpo malhado eu o acho bonito e sim eu também confesso que ver o corpo envelhecido me dá um conflito entre a beleza da alma e o "feio" das rugas, das banhas caídas.
Todo mundo leu sobre a atriz sessentona que foi de biquíni na praia, e de como ainda somos machistas, e vaidosos, uma parte minha ficou horrorizada com os comentários e a outra entende bem, não quem xingou, mas quem escolhe, como eu, não se expôr. Quem abre mão da praia por conta da vaidade.
E admiro quem não está nem aí e se esbalda com suas bainhas saltitantes.
Fujo da praia.
Fujo da piscina.
Fujo desse corpo que ficou marcado.
Orgulho da minha luta.
Orgulho de quem me tornei.
Orgulho do modo que encontrei para aceitar e superar, avançando e recuando.
Sinto que tenha precisado sofrer tanto para perceber o que vale a pena.
Sinto que saber que o que vale a pena não controle meus instintos e sentimentos
Sinto que ainda não sou evoluída o suficiente para não me importar com isso.
Há como podem ver um conflito dentro de mim.
Metade de mim é alma, metade é vaidade.
Não falo aqui das encanações que todos temos, eu tinha peito pequeno, mas isso não me impedia de viver, eu não usava alcinha, tomara que caia, mas isso não me impedia de ir a praia, isso nunca me tirou a autenticidade, a espontaneidade que eu tinha.
Eu estava lá jogada nas fotografias, sendo eu mesma, inteira, desprovida de preocupações reais e profundas sobre meu corpo e a vida.
Por isso, não adianta falar que cada um de nós tem um problema, uns carecas envergonhados, um tem banha, outros não usam blusa de manga cumprida, isso eu entendo, mas saiba que você não entende o que sinto sobre o meu corpo e sobre tudo que ele passou a menos que você tenha passado por isso como eu passei.
Eu vi meu corpo envelhecer muitos anos, eu passei aos trinta, por coisas que a maioria passa aos oitenta, sim tem muita gente que passa por isso (crianças inclusive), e nunca mais, eu acho, elas voltam a ser a mesmas, a ilusão acaba, e o conflito se estala.
E é nessa minha luta, que eu sei não terá fim, que eu luto contra meus próprios preconceitos.
Luto para prender o cabelo e não me importar que vejam meu aparelho, luto e rio dos enganos que cometo por ouvir as coisas erradas, choro quando o aparelho me incomoda, quando parece que tem uma obra inteira dentro da minha cabeça, fico orgulhosa de estar aprendendo e ensinando as pessoas a conviverem com as diferenças, fico orgulhosa dos meios que temos encontrado de nos comunicar, fico brava de ir ao cinema ou no teatro e perder coisas importantes que ficam sem compreensão pra mim, agradeço a Deus dele ter me deixado com um pouquinho de audição assim não fico em silêncio absoluto e posso escutar o mundo que tanto amo, fico brava por nunca mais escutar as músicas como eu as escutava, fico triste de não escutar e poder conversar como antes com um monte de gente ao mesmo tempo, de ir na balada, no bar e interagir como eu fazia antes, uma parte de mim diminuiu também, hoje sou mais calada, com menos opinião, hoje elas moram mais dentro de mim, administro as perdas e ganhos dessa experiência.
Se a praia agora é um sofrimento, me conformo. Viajei muito, curti muito, tenho uma reserva de bons momentos em meu peito. Se isso me faz sofrer, dou tempo ao tempo.
E luto para parecer o mais comum possível, e acho que consigo, pois, a maioria que convive comigo nem lembra mais do que passei, alguns nem sabem que uso aparelho, que os pés sofreram tanto.
Eu passo despercebida, comum, normal, cheia de vida.
Não é raro alguém me diz que acha que vou viver muito (embora eu não queira), por que, dizem que eu aparento amar a vida.
E eu amo, e sim, eu sou muito mais feliz do que antes, mas apesar de eu ser feliz, existem sim muitos sofrimentos dentro de mim, que essa experiência que me fez tão mais feliz, causou estragos que sem essa felicidade toda eu não teria forças para administrar.
Meu calvário é minha alegria e vice versa.
Luto para tornar meu pé judiado, sem dedinhos (alguns mais outros menos), e voltar a pisar segura, sem que ele me trave ou envergonhe, eu quero ir com ele por aí, por todos os lugares, segura de mim, como eu era antes, e essa tem sido uma luta eu comigo mesma, e eu luto, como eu luto, eu nunca me permiti afrouxar com isso, algumas vezes eu entendi que aquela situação ia me fazer sofrer muito naquele momento e por isso me poupei, respeitei meu luto, minha necessidade de recolhimento, minha vaidade ainda excessiva, mas muitas vezes eu e cada vez mais eu tenho pisado cada vez mais forte.
Por mais acanhada que eu esteja (e sou eu não os outros e eu sei disso) eu ando de chinelo por aí, percebo alguns amigos que mudam comigo depois disso e entendo eles, inconsciente eles tem a ilusão da Déa que eu aparento ser, perfeita, linda, e ver meu pezinho quebra essa imagem perfeita, mas não me incomodo com isso.
Eu sou agora a moça dos pezinhos sem dedinhos, que usa aparelho, que tem várias cicatrizes, tem uma bainha de cortisona, estrias.
Um dia eu não vou ligar, nem um pouquinho, um dia, como eu já disse eu vou ser completa de novo, embora eu saiba que isso não tem a menor importância, mas eu sei que esse é um aprendizado meu.
Tenho estado cada dia melhor, ainda tem dias em que fico imaginando por que eu tive que trilhar um caminho tão difícil (pra mim), e percebo que sim eu gostaria de não ter que ter todas essas marcas no meu corpo para ter transformado a minha alma, eu queria voltar a ser a magrela de barriga lisa, a moça com as pernas lindas, o rosto fino, o ouvido perfeito, que me permitia a resposta certeira, a moça que conversava com todos no maior barulho, que se fazia presente e tinha opinião sobre tudo, sim eu sonho e infelizmente eu sofro por não poder mais pintar as unhas do pé de vermelho, de não conseguir mais usar os saltos, de todos os sapatos apertarem e machucarem meus dedos sem proteção, agradeço por tudo que passei, mas seria bom demais não ter precisado passar por tudo isso, e ter meu corpinho perfeito, e ser milagrosamente quem eu sou, perceber todas as coisas que eu agora, só agora, depois de tudo eu passei percebo
Eu queria ser como todo mundo, eu queria não ter que ter quebrado TUDO, levantar de novo sem essa ilusão dá um trabalho gigantesco.
E é nesse processo lento e tortuoso, em que muitas pessoas ao meu redor talvez nem percebam, que quando alguém se preocupa se a comida ficou salgada pra mim e me pergunta se eu posso comer, pra eu não carregar algo pesado, pra não fumarem ao meu lado, e lembra que eu não bebo mais e que quando me permito tomar um golinhos de caipirinha que tanto amo ou vinho me olha feliz.
E quando essa pessoa pega minhas mãos, e me diz que notou que eu passei o final de semana de havaianas em sua casa, e que ela sabe que isso não foi nada fácil pra mim, diante de pessoas não tão próximas para mim, e que ela está muito feliz que eu tenha conseguido e que está mais feliz ainda por eu ter conseguido isso em sua casa, por que, ela sabe que eu fiquei assim lá, por que me sinto acolhida, amada, em casa, e que ela percebeu e que ela precisava me dizer, dividir que ela notou.
E choramos, cada uma pelo seu motivo, em comum.

Eu e minha amiga que me enxerga, meus defeitos, minha vaidade, minha luta e compreende que eu, ela, e todo mundo sabemos que tudo isso é uma grande bobagem, que amamos independente de pés, barrigas, papos, pochetes, camisas de manga curta, carros velhos, bigodes, gosto musicais, peitos, bundas, colotes, cabelos curtos, carecas, sapatilhas, bermuda ou sunga, ter ou não todos os dedos, todos os membros, todos as certezas, arrogâncias, superioridade, sinceridade, risada escandalosa, dúvidas, ser palhaço, fechado, chato, cabelo roxo.
Por que na verdade ás vezes é isso o que mais amamos ou odiamos nas pessoas, a forma como ela lida com graça, sinceridade e força diante daquilo que nesse mundo material julgamos preconceituosamente como defeito ou qualidade na nossa lista a ser completada.
Nossa lista de requisitos!
Na verdade o que importa é quem eu sou, minhas lutas, essa mulher guerreira, que ama a vida, essa mulher forte que fez até o Dr. David se assombrar em ver pela frente.
E a você que é minha amiga e me percebe, meu muito obrigada!

Não, não me acalme com silabas doces
Hoje eu quero o açoite das palavras rudes
Pra que eu possa me defender em atitudes
Não, por favor hoje não me proteja
Para que eu finalmente veja
O que a vida reservou p/ mim







sábado, 6 de julho de 2013

A Mega de quem não é arteira só copiadeira e compradeira

Semanas de feiras em São Paulo.
E esta semana que está acabando eu estive na Mega Artesanal.
Embora eu não goste de barulho, muita gente, andar muito, eu adoro “artices”, e adoro ver as novidades.
Estava bem desanimadinha de ir sozinha, por que, todas as minhas amigas trabalham, tem filhos, ou não podem ir, quando desembarco no metrô, estou lá pedindo informação para o guarda, quando olho e vejo uma carinha conhecida.
Olhei de novo e ela estava sorrindo pra mim, com certeza era a fofa da Cici do blog
Ela tinha me dado o celular dela quando soubemos que eu ia ao mesmo dia, porém, eu confesso estava com vergonha de ligar, eu conheci a Cici no encontro de blogueiras que teve em São Paulo, trocamos dois dedos de prosa no encontro, visitei seu blog, lojinha e me apaixonei pelas suas costuras, super caprichadas, estreitamos o contato virtual, então, o destino esse danado sentindo meu drama me fez ficar cara a cara com ela....rss
Que eu já sabia e confirmei que é uma fofa, meiga, caprichosa e que mora no meu coração.
Batemos um papão esperando a Kaku do blog http://lilicutes.blogspot.com.br/  que estava a caminho e seguimos lindas e serelepes para a feira...pronto meu desanimo foi embora.
Lá eu fiquei só (mas antes a linda da Cici sacou sua máquina e a Kaku tirou a foto deste momento único, amiga prevenida e blogueira de mão cheia, não essas falsetas como eu...rss, não deixem de ler o post dela sobre a feira, tem um montão de fotos...rs)
Foto "roubartilhada (como ela diz)" da Cici 

Por que, como meu foco era outro e era meu rodízio (de carro que acontece em SP) eu não poderia demorar muito e não quis atrapalhar as fofas, então, acelera Andrea...
Sobre a feira...várias blogueiras tiraram várias fotos, e disseram o que mais gostaram, então eu sugiro que você visite todos os blogs..rss... eu esqueci minha máquina e tirei somente algumas fotos do celular..péssima qualidade...

Mas vou dar meu pitacos:

Pra quem sabe fazer artes, é o lugar ideal para comprar seus apetrechos.
Tem tantas coisas que não sei pra que serve..rs

Meus preferidos são a Sabuh e o Peter Paiva...meus Deus queria todos os sabonetes lindíssimos.
Amei os E.V.A decorados da Kreateva, soube que já existiam, porém, para mim foi novidade, não sei o que faria com eles, mas se tivesse dinheiro sobrando tinha comprado...rs

Outra coisa seria a serra de para cortar garrafas, com ela faria cúpulas de garrafão, velas de garrafa de vinho e cortaria meio mundo por aí. Míseros R$ 25,00 e segui os conselhos da minha mãe que me diz que quem quer economizar tem que começar com R$ 1,00. (mas me arrependi...affff...lá não lembrei da vela de garrafa de vinho....). Da mesma empresa velas que não apagavam (com óleo de cozinha) – Não acho na net...afff

Amei a cestinha de piquenique de cartonagem...(eu amo piquenique fala sério...imagina várias menores com biscoitinhos dentro de lembrancinha...que mimo).



Alucinei com o corte a laser da Tamako, de vários alucinante formatos, comprei o meu para faze um imã, mas imaginei várias utilizações, dá para colar em tudo, papel como tags, fazer de penduricados, imã, caixas de madeiras decoradas, o infinito é o final e a criatividade é o guia.

Papéis e mais papéis de viver de lindos...levaria todos pra casa, nem sei bem em que usaria, mas....eles teriam um Happy Ending with me...rss

Papel decorado dupla face...aiaiaiaia. (como colar e pra que usar? Mas são lindos)

Papel que cola, em diversas padronagens de morrer de amores.

Almofadas deslumbrantes da Renata Blanco...amo...amo...
Muita coisa de madeira (inclusive na Africa as letras que quero pra colocar aqui em casa no rack,  mas não sei pintar de um modo que fique profissa, então, achei melhor comprar pronto, com tinta automotiva).

(Quero um P de Prrrrrado)

Fechos para tudo, enfeites de scrap que podem servir para outras mil coisas.

Amo papel e esses enfeitinhos de scrap....muito....!

Máquinas para tudo, encadernar, furar, lixar, cortar tecido, costurar, tudo para facilitar a vida das arteiras.
E meu sonho mega de consumo a Silhuete pelo que percebi agora tem no Brasil....vem ni mim belezinha...rs

E muitas, mais muitas costurices lindas, lá entre os milhões de folders que peguei, descobri que vai ter Feira do Patch e Art em São Paulo.
http://www.wrsaopaulo.com.br/index.php/eventos/patch-arte-sp

Então amigas criativas, que realmente fazem arte, vão, criem, e vendam pra mim....rs! Eu realmente corujo vocês!




quinta-feira, 4 de julho de 2013

Prazer é viver

Fomos, eu, mamys e papis na Feira Gastronômica que aconteceu neste domingo, especialmente no Parque da Água Branca, no evento:


Havia muitas barracas e comidas de cidades do interior de São Paulo, comidas tipicas e famosas como o Bauru do Bar Skinão Lanches, brigadeiro de cural  da João Brigadeiro de Ribeirão Preto e por aí vai.
A fila da galinhada era grande...
Ela é sempre famosa...rss
As cumadis descansando no domingão

Nós nos jogamos nos pratos da feirinha gastronômica, tinha feito até uma lista do que comer.
Comecei com o aperitivos Croquetes de frango com queijo azul e de salmão e sangria para acompanhar....aprovados. (La Madrileña).
Depois dividimos o cuzcuz paulista com camarão e estava show. (Cucina)
Comi o tostadas de frango...amei!!! (Obá)
E de sobremesa o Browne de chocolate branco...que maciez era aquela? (Adoro Brownies)
E trouxe um sanduíche de pernil (La Panederia) para comer em casa....a noite...na hora da larica. Delícia!
A coisa mais gostosa foi ver meus pais se divertindo com o show de chorinho e matando suas vontades como comer o quebra queixo da infância.
Valeu cada grama engordada...rs...ver essas carinhas de felicidade.